Outro infográfico esclarecedor

17 mai

Guia Completo do Marketing Digital para Médias e Pequenas Empresas

[Fonte: Resultados Digitais]

Imagem

Ótimo e sábio infográfico do site Coaching

6 mai

Infográfico como economizar e sair do vermelho

Indignação

17 jan

Respondendo a pergunta do Facebook (O que está acontecendo, Francisco?)

Hoje me senti muito mal ao ir a loja American Shoes do SP Market trocar uma sandália que havia comprado no mês de dezembro… Comprei na referida loja 2 sandálias da marca Itapuã (ou seja, na faixa de 90 reais cada) para presentear meu cunhado e meu sogro e lamentavelmente uma delas ficou grande… Mesmo sendo o número usual parece que a forma dessa coleção de sandálias era maior…

Como já havia passado praticamente um mês entre a compra e a troca, fui à loja na segunda-feira e perguntei a uma moça, acredito que caixa da loja, sobre a possibilidade da troca. A mesma me disse que efetuariam, sim, a troca e que eu só precisava levar o produto na caixa…

Ao chegar hoje com o produto e a caixa na loja, fui surpreendido pelo gerente e, para melhor entendimento narro abaixo o diálogo travado:

Gerente (com cara de desdém): É necessário a nota…

Eu: Estive aqui na segunda-feira e blá blá blá

Gerente (o indelicado e presunçoso): Falou com quem? Eu sou o gerente.

Eu: Ok, porém um de seus subordinados me disse e blá blá blá

Gerente (o intragável me cortando): Todas as nossas caixas trazem uma identificação e essa sua não tem, por isso é necessário a apresentação da nota para eu ter certeza que você comprou aqui. (?)

Eu (completamente indignado): Ah! Quer dizer que pediram para que eu trouxesse a caixa e se alguém esqueceu de identificá-la eu terei que apresentar a nota ou não efetuo a troca?

Gerente (o insuportável): Sim.

Eu (querendo dar um chute nele): Ok, vou levantar o meu extrato e voltarei…

Gerente (cheio de si): Traz que trocamos se foi mesmo daqui…

Eu (indignadíssimo e querendo voar no pescoço do “gerente”): Quer dizer, o senhor acha que eu não comprei aqui, ok, assim como eu acho que nem todas as suas caixas são identificadas… Vou levantar meus extratos e retornarei…
Eu muito, mas muito P da vida, cheguei do almoço e levantei meu extrato onde constava a famigerada compra com o nome da loja e valor… Graças a Deus não usei dinheiro para a compra e sim o débito…

Ao sair no fim da tarde, voltei a loja (PASMEM) com a cópia do meu extrato bancário onde constava os dados requeridos para a troca da mercadoria… Fui diretamente ao arrogante “gerente” e depositei em suas mãos a caixa, produto e extrato (já grafado com lumicolor na despesa devida)…

O indelicado, presunçoso, intragável, insuportável, arrogante e cheio de si “gerente” com o desdém que já me lhe era peculiar, começou a procurar no seu sistema “sei lá o que” algo, diz a lenda, relativo a troca… Inexplicável a forma super ultra mega slow motion com que ele fez isso…

Após aproximadamente 15 minutos chamou o boy (assim mesmo que ele o chamou) da loja e “mandou descer uma sandália igual a da minha compra”…

O boy (acredito que não tenha nome) trouxe nova caixa e sandália…

O “gerente” (e nesse ponto chega de adjetivos, pois vou partir para a baixaria) me mostrou a sua caixa devidamente identificada e comparou-a a minha, mostrando que além de não ter a identificação, tinha uma referência diferente da outra… Não satisfeito o indivíduo (“gerente”) ainda disse que a minha caixa estava trocada, a sandália era nº 40 e na caixa era nº 39…

“Sei… e? Será que não houve um problema, Dezembro, Natal… Eu disse que comprei aqui, você quis comprovação, lhe trouxe o meu extrato, então”… – disse eu -

Passados uns 30 minutos nesse impasse, a criatura resolveu emitir uma nova etiqueta de identificação e trocar a sandália (detalhe: essa nova etiqueta não levou nem 2 minutos para ser confeccionada).

No momento que fui para o caixa, a moça que havia falado comigo na segunda-feira saiu… Uma outra moça começou a me atender… Enquanto o processo de troca era finalizado, a moça que me atendeu e informou na segunda-feira voltou seguida pelo “gerente” e surpreendam-se:

Moça: Olha, eu é quem dei a informação ao senhor na segunda-feira que deveria somente trazer a caixa.

Eu: Sim, eu não a mencionei porque não quis prejudicá-la…

Moça: Eu o vi na hora do almoço, mas agora resolvi falar com o “gerente” pois, não sei se foi o senhor, mas pela história penso que pode ser, que em dezembro comprou duas sandálias iguais e, realmente, uma caixa estava sem identificação e o vendedor (a) mandou passar pelo mesmo código da outra caixa já que eram iguais…

Nesse ponto o “gerente” com cara de tacho balbuciou algo que, sinceramente, não fiz questão de entender…

Uma amiga que acompanhou toda a situação não se conteve:

Amiga: Sabe o que é, trabalhamos com isso, ensinamos excelência no atendimento, por isso situações como essa nos deixam indignados…

Eu (agora com as forças renovadas – será vingança?): Pois é, eu sou especialista em educação profissional, e essas situações são realmente inadmissíveis… Na hora do almoço ele (apontando para o “gerente”) duvidou que eu tinha comprado a sandália aqui, eu jamais faria algo desse tipo, além do que não cogitou a possibilidade de um erro e de uma caixa ter saído da loja sem identificação, como agora você está lembrando que aconteceu… Lamentável… Mas tudo bem, obrigado…

O “gerente” balbuciou mais algumas desculpas…

 

Fica a dica:

Sr. Gerente, em primeiro lugar o cliente é peça fundamental para o seu negócio (comércio) e sem ele o senhor corre o risco de perder o emprego… Haveria então que, em sua posição, tentasse solucionar o problema de forma a agradar ambas as partes.

Todo esse dissabor poderia ter sido evitado se o Sr. visse o código da sandália e, humildemente, emitisse uma nova etiqueta (menos de 2 minutos), porque mesmo que não tivesse sido comprada em sua loja seria elas por elas: sairia uma e entraria outra no lugar.

Graças a uma funcionária  assertiva e destemida, tive a minha dignidade respeitada, parabéns moça e muito obrigado.

 

Paz e bem, sempre!

 

 

“Até que brote o sangue, até que surja a alma”

10 dez

“O sol que veste o dia… O dia de vermelho, o homem de preguiça, o verde de poeira,
Seca os rios, os sonhos… Seca o corpo a sede, na indolência…

Beber o suco de muitas frutas, o doce e o amargo, indistintamente…
Beber o possível, sugar o seio da impossibilidade…

Até que brote o sangue, até que surja a alma dessa terra morta, desse povo triste”…

(O doce e o amargo, Secos & Molhados, 1974, http://www.youtube.com/watch?v=r8lNl2TfkT4)

 Imagem

Sustentabilidade, gestão ambiental e responsabilidade social atualmente ultrapassam o estereotipo de modismo e tornam-se efetivamente uma preocupação e uma busca por . O conceito, melhor entendido nos dias de hoje, leva em consideração se uma ação é economicamente viável, ambientalmente correta e socialmente justa.  De acordo com a Sondagem Especial de Meio Ambiente, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a imagem e a reputação da empresa são o principal motivo para a adoção de procedimentos de gestão ambiental (e entendam-se aqui os outros termos tratados), executados por sete em cada dez indústrias brasileiras. Ao todo, são 78,6% das empresas pesquisadas que apontaram esse como a principal motivação para investir em questões ambientais. O segundo maior motivo para as práticas de gestão ambiental, conforme 77,7% das empresas são as exigências do licenciamento ambiental, seguidas de regulamentos ambientais, apontados por 66,6% delas — segundo o site www.administradores.com.br.  Ainda, segundo o site em outra matéria, com a proximidade das festas de final de ano, cresce o mercado de brindes ecológicos, o que ajuda a alavancar no mercado o nome da empresa socialmente preocupada. Mesmo sendo (hipoteticamente falando) para “sair bem na foto” com seus clientes, colaboradores e fornecedores, estamos num tempo onde qualquer proposta coligada as palavras-chaves sustentabilidade, gestão ambiental, responsabilidade social e afins, ganha peso e colocam a empresa como corresponsável pelas ações que quer incentivar. Nesse cenário cresce a preocupação dos educadores, formadores de profissionais atentos à contemporaneidade e com visão ampliada para os próximos milênios onde, entende-se, as “palavras-chaves” em questão serão passaporte para sobrevivência.

A mudança é iminente e urgentíssima, porém será necessário não nos atermos somente a esses pensamentos concretos dos trabalhos que fazemos e que lemos, haja vista que somos seres pensantes (ao menos acredito que sejamos) e os subsídios aos quais recorremos são de autores que pensam ainda mais do que nós… O pensamento aqui é o fundamento de todas as propostas, será necessário colocarmos os nossos pupilos para pensar também…

Começo com a letra de João Ricardo e seu pai João apolinário “O doce e o amargo” imortalizada primordialmente pelo grande grupo Secos & Molhados em 1974. Embora não acredite que fosse essa a intenção na época, a letra hoje retrata exatamente o que estamos passando quando refletimos sobre sustentabilidade e afins, e passaremos “até que brote o sangue, até que surja a alma dessa terra morta, desse povo triste”.

 Será a partir do pensamento crítico, sistêmico e responsável que conseguiremos semear sementes sustentáveis, será a partir da significação que conseguiremos evoluir de modo ético e responsável seja com o ecossistema, seja simplesmente como cidadão.

Percebemos que hoje as pessoas perderam a sensibilidade de ser humano, não há mais solidariedade, não há mais complacência, não há amor… Ora, se não somos capazes de amar as pessoas (talvez nem a nós), como amaremos nosso planeta? Se não encontramos significado pra vida, e ensinarmos aos nossos pupilos com essa significação, provavelmente qualquer ação será em vão…

Para refletir…

 Referência: http://www.administradores.com.br

Foto original no site Produção Marginal

 

Tendências do mundo do trabalho, perspectivas e mais

10 nov

Sei que nada será como está amanhã ou depois de amanhã…

(Nada será como antes, Milton Nascimento e Ronaldo Bastos, 1972)

 O final do século XX, precisamente em sua última década, transformou indubitavelmente o mundo do trabalho tendo como principais destaques a globalização e o avanço tecnológico, especificamente as novas tecnologias de informação e comunicação (NTICs) e sua base, a Internet, protagonistas de uma revolução tão avassaladora quanto à revolução industrial em sua época.

 A professora Dra. Léa Elisa Silingowschi Calil – Advogada, professora no Centro Universitário FIEO – UNIFIEO, mestre e doutora em Direito pela PUC/SP, retrata: “A internet traz consigo uma globalização maior do que aquela provocada pelas grandes navegações, que descobriu novos continentes e ampliou como nunca, até então, os mercados, ao oferecer novos e desconhecidos produtos. Cria novos postos de trabalho com a mesma velocidade com que fecha outro, com uma rapidez muito maior do que aquela provocada pela revolução industrial. Democratiza o acesso a informações a muito mais pessoas e com mais amplitude que a invenção da imprensa por Guttemberg o fez”. (já citado nesse blog anteriormente, clique aqui para ver)

 A hiperconectividade desenha um mercado tão ávido por mudanças quanto resiliente para adaptar-se a elas.  Vivencia espaços reais e virtuais colaborativos e cada vez mais compartilhados. Tende a mais experienciações no lugar de experimentar fórmulas de resultado certeiro.  Torna-se atemporal, quebrando a rigidez de horário tão em voga no século passado permitindo que o trabalho seja feito por seus colaboradores em seu próprio tempo e espaço através de seus diversos aparatos eletrônicos: celulares, smartphones, tablets etc. Contemplando dessa forma uma pseudo melhora na qualidade de vida tão buscada através dos séculos. A preocupação socioambiental e a sustentabilidade deixam de ser modismo para efetivamente ganhar significado.

“O trabalhador dos próximos anos será ainda mais exigido, tanto do ponto de vista técnico como em comportamento profissional e na vida privada”.  (8 tendências do trabalho, Revista Época, 11/01/2011)

 Esse cenário espera profissionais inovadores e criativos, aptos a decisões assertivas e que agreguem valor não só a empresa, mas aos envolvidos em todo o processo, seja no âmbito profissional, pessoal ou coletivo.  Desses profissionais espera-se resiliência, eficiência e eficácia. Não só mais suas expertises serão avaliadas, mas também, e principalmente, sua postura dentro e fora da empresa. Na era da exposição faz-se necessário o comedimento, a idoneidade e a competência informacional capaz de transformar realidades. Exige-se nesse contexto a competência para o trabalho em equipe, a clareza na exposição de pontos de vista e ideias. Profissionais líderes de si, éticos e cidadãos corresponsáveis por suas ações, feitos e efeitos. Prontos e aptos a feedback contínuo a si e aos outros, dispostos a aprender e a ensinar, preparados para o choque entre as diversas gerações de atores que se misturam nesse palco. A responsabilidade social e a tendência à inclusão também serão apreciadas no perfil desses profissionais.

“Existe uma grande incompatibilidade entre aquilo que as empresas precisam e aquilo que grande parte dos profissionais pode oferecer”.

Elaine Saad, country manager da Right para América Latina (Right Management no Brasil, consultoria, especializada em gestão de talentos e carreira).

 “Há nas empresas uma procura por trabalhadores que as escolas estão sendo incapazes de oferecer”. (Professor Gilson Schwartz, autor do livro “As Profissões do Futuro”).

 Seguindo a tendência exposta, será necessária a mobilização de recursos que transcendam o cognitivo, humanizando a educação profissional e as máquinas, colocando na metodologia não só a técnica, mas as experiências e vivências de seus tutores mostrando aos educandos visões reais de sucesso e compartilhando os insucessos. Desmitificar o poder e trabalhar a delegação do mesmo. Trabalhar a ética, os direitos e deveres. Suscitar a autoaprendizagem e a multiplicação dos frutos. Deverá considera a auto estima e os contextos envolvidos respeitando as diferenças e enfatizando as diversidades.

Empreendedorismo e proatividade

22 out

Muitos ainda creem que empreendedorismo está única e exclusivamente ligado a abertura de um negócio, até porque essa é a ideia top of mind quando a palavra é cogitada. Porém, vejamos segundo o dicionário online Priberam:

empreendedorismo
(empreendedor + -ismo)

s. m.

1. Qualidade ou caráter do que é empreendedor.

2. Atitude de quem, por iniciativa própria, realiza ações ou idealiza novos métodos com o objetivo de desenvolver e dinamizar serviços, produtos ou quaisquer atividades de organização e administração.

Atitude. Proatividade. Essas são as palavras de ordem. Empreender não deve estar somente ligado à carreira, mas principalmente no modo como se encara a vida. Quão resiliente diante das mudanças eu sou? Até onde as inovações me assustam? O que faço no meu dia a dia que me agrega valor seja no âmbito pessoal, seja no profissional?

Muitos têm arraigadas crenças de incapacidade: Não tem por quê? Pra quê? Onde isso pode me levar? Ora, se você não acreditar que pode fazer a diferença em sua vida, como algum gestor acreditará que você tem algo de bom a oferecer para a empresa?

Creia: a mudança começa em você e somente você é responsável pelo rumo que sua vida e carreira irão percorrer.

Claro que essa atitude exige resiliência e quebra de paradigmas. Padrões mentais deverão ser totalmente reformulados e será conflitante e doloroso sair da zona de conforto. Porém o autoconhecimento e a franqueza quanto às próprias fraquezas poderão levá-lo a fazer significativas e proveitosas mudanças.

Não tenha medo. Comece agora a rever seus padrões. Como anda sua rede social? Quais os artigos, comentários e imagens que agregam valor em suas postagens? Há do que se orgulhar? Não? Talvez? Quem sabe…

Elaborar metas e objetivos a serem alcançados não é tarefa fácil, mas também não podemos dizer que seja difícil. O difícil e manter-se focado para finalizar o plano de forma saudável e ética.

Uma dica? Conheça-se!

Anote seus pontos fortes: suas habilidades, seus talentos, as competências nas quais você se destaca. Ao lado, ressalte seus pontos fracos: suas dificuldades, o que lhe impede de ir para frente, o que ainda lhe falta. Anote também o que pode lhe ajudar a cumprir suas metas e objetivos: quais as publicações, as pessoas, os amigos, as empresas. Nesse ponto da análise coloque o que está em você que possibilita esse crescimento: proatividade, criatividade, resiliência.

Vale a pena a análise do cenário, SWOT.

Vale a pena também a leitura desses outros artigos “O que é resiliência” e “Empreendedorismo e carreira

Porcentagem sem mistério

5 out

Porcentagens povoam nossa vida “desde sempre” e jamais se afastarão de nós. Convivemos diariamente com dados sobre variações percentuais na cesta básica, na gasolina, nas contas de luz, água, telefone etc. Seja no financiamento do carro, no desconto em promoções, nos comparativos de vendas, nos aumentos salariais, lá vem à porcentagem…

Dentre as várias maneiras de chegar-se ao resultado esperado quando se trata de porcentagem, eu costumo utilizar o fator de multiplicação que é bem simples e eficiente. Imagine a seguinte situação:

Um jovem foi contratado por uma empresa com um salário de R$750,00 e a promessa que após o período da experiência teria o salário reajustado em 12,5%.

A conta é simples, primeiramente devemos lembrar que estamos falando de 12,5 partes de um todo (100), então será necessário dividirmos 12,5 por 100 (0,125). Sabendo-se esse valor, multiplica-se pelo valor do salário (750*0,125=93,75) e, logo, soma-se a ele o valor obtido (93,75+750=843,75).

Com o fator de multiplicação essa conta é 100% mais simples, observe:

750*1,125=843,75

Como assim?

O fator de multiplicação aqui é representado pelo número 1, vale dizer que sempre que houver acréscimo o fator multiplicador será 1 e, após a vírgula, o valor da porcentagem: 1,125.

Observe a tabelinha abaixo:

Acréscimos

Porcentagem

Fator de Multiplicação

3%

1,03

5%

1,05

10%

1,10

15%

1,15

35%

1,35

61,5%

1,615

84,7%

1,847

Logo, quando observarmos um acréscimo de 20%, basta pegar o valor e multiplicar por 1,20 e teremos o resultado automaticamente.

Agora, temos a questão dos descontos… Como procederemos? Simples, o fator de multiplicação passa a ser o “0” (Zero) — ATENÇÃO: ESSA NÃO É UMA EXPLICAÇÃO MATEMÁTICA, É APENAS PARA MELHOR ENTENDIMENTO — mais o valor do desconto menos 100, observe:

Uma camisa está com desconto de 12,5% caso seja efetuado o pagamento a vista. Sendo que o valor da camisa é de R$ 45,00, quanto será o valor se eu pagar a vista?

45x(100-12,5)0,875=39,375

Observe a tabelinha abaixo:

Decréscimos / Descontos

Porcentagem

Fator de Multiplicação

3%

0,97

5%

0,95

10%

0,90

15%

0,85

35%

0,65

61,5%

0,385

84,7%

0,153

Fácil, não é? Não? Veja aqui mesmo no blog mais sobre isso clicando aqui

Paz e bem!

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