Impossível não comentar…

O caso Isabella anda nas bocas de todos os brasileiros, quiçá do mundo inteiro. Mas desde o acontecido somente especulações e subjetividades são informadas: caiu, foi jogada, asfixiada, espancada… Enfim, somente conjecturas sobre mais uma catástrofe urbana. Isabella foi, infelizmente, mais uma vítima da sociedade violenta em que vivemos onde falta de tudo e, principalmente, amor, aliás melhor dizer: falta Deus.

Pode até ser que o seu “deus”, caro leitor, seja diferente do “Meu Deus”… Ele pode materializar-se à você como uma energia, uma força superior, ou sei lá como você prefere chamá-lo, eu às vezes me refiro a ELE como “o Cara lá de cima” (alguns me abominam por isso – rsssss), não importa… Ainda assim eu tenho Deus e mais: Eu sou de Deus! E luto diariamente, a cada segundo do meu dia, para continuar sendo assim.

A verdade nua e crua é que se alguém tem a capacidade de matar crianças como o menino João Hélio, 6 anos, ou como o Ives Ota, 8 anos, e tantos outros que agora não me recordo ou que simplesmente não foi noticiado… Francamente, não existe nesse indivíduo amor, não existe Deus.

O caso Isabella invadiu nossas vidas e chocou-nos (mais uma vez) não só pela atrocidade, mas pelos caminhos obscuros que norteiam as investigações. Desde o último dia 29 de Março já ouvimos (e continuaremos ouvindo até a solução do caso) todas as especulações possíveis com relação ao fato. Dentre todas as mais angustiantes envolvem um pai e uma mãe de coração (que alguns insistem em chamar de madrasta). Em declaração que pode ser vista em G1, com informações do Fantástico, a mãe biológica, Ana Carolina, expõe: “Eu e ele (Alexandre), a gente tinha uma relação distante. Mas ela (Isabella) tinha um amor incondicional por esse pai”, disse, acrescentando que a menina de 5 anos nunca falou mal do pai. ”Nunca Isabella deu algum sinal, e nunca falou nada sobre o pai. Eu não sei o que aconteceu aquele dia. Fico muito triste em saber que minha filha sofreu, mas o que aconteceu a gente ainda vai descobrir.” 

Na mesma reportagem ainda podemos ler: “No sábado à noite, a Carol me ligou avisando que tinha tido um acidente e eu estava muito próximo da casa deles, e eu acabei chegando muito rápido, a tempo de conseguir acompanhar tudo. Eu acompanhei minha filha até o hospital. A minha concentração era: eu preciso estar forte para ajudar a minha filha porque minha filha precisa de mim. Infelizmente, ela veio a falecer”. E acrescentou: “Eu preciso continuar. Se eu me entregar à tristeza, à angústia, à dor, isso vai ser pior para mim. E ela não gostaria que isso acontecesse, eu tenho certeza”.

Enfim, pessoas, tudo ainda é trevas… Peço que juntemos nossas forças em oração, em pensamento positivo, em energia transcendente para que o caso venha a ser esclarecido com justiça e sobriedade. Peço ainda que sejam imparciais e não façam julgamentos precipitados. Somos todos inocentes até que se prove o contrário…

Coincidentemente, no site da Canção Nova encontrei a seguinte “Mensagem do dia”:

Abster-se de julgar as pessoas

Terça-Feira, 08 de Abril 2008

Seguindo o caminho dos santos, ensina-nos João XXIII:
“Para imprimir simplicidade a tudo o que fazemos é importante que desejemos a virtude da prudência, a virtude dos diplomatas.
A facilidade das palavras leva com freqüência à exuberância nas manifestações verbais.

Cuidado! Saber calar, saber falar com medida, saber abster-se de julgar as pessoas e tendências, e não fazê-lo, a não ser quando lhe é imposto por seus superiores ou por interesses mais graves.

Em tudo isso, é preferível fazer de menos do que de mais, temendo dizer demasiado. Vigiar especialmente a guarda da caridade. É esta a minha regra!
Com esta alerta, terei cuidado nas conversas, que devem caracterizar-se pela ausência de todo o juízo temerário e de toda a falta de respeito à dignidade de quem quer que seja. Mesmo à custa das minhas mortificações íntimas e das minhas humilhações, quero a todo o custo conseguir isso. É uma decisão pessoal de cada dia”.
A bondade de Deus nos sustenta!
Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago

(http://www.cancaonova.com/portal/canais/mensagemdia/luzia/)

 

É isso aí…

Paz e bem! (E muito Deus para todos)

FC

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Um comentário em “Impossível não comentar…

  1. Esse trechinho que o Sr. pegou da “canção nova” e publicou, me faz refletir um pouco sobre o que temos háitos de fazer como por exemplo falar da vida alheia!!!(rs); e também lembra de um pedacinho de um poema de Luís Fernando Veríssimo que é mais ou menos assim…

    Ainda pior que a convicção do não e a incerteza do talvez é a desilusão de um quase
    É o quase que me encomoda, que me entristesce, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi…
    …Pergunto-me às vezes, que nos leva a escolher uma vida morna; ou melhor não me pergunto, contesto!A resposta eu sei de cór, está estampada na distância e na frieza dos sorrisos, na frouxidão dos abaços e na indiferença de um “Bom dia” quase que sussurrados.Sobra covardia e falta coragem até pra ser feliz…

    e por aí vai… rsrs

    Acho que o que nós seres humanos precisamos é de freios na língua e dá mais corda nos cérebros!!! pra ver se essa preguiça de pensar passa!!!
    rs…

    bjkz!^^Larissa^^

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