Falando de E-Commerce

Nada é tão simples que não possa tornar-se complicado, como pudemos notar comparando uma loja virtual com uma loja física encontrada em qualquer shopping ou esquina de bairro.

As duas têm em comum o consumidor, possível cliente em potencial de nosso estabelecimento, seja ele virtual ou não. Vimos que o consumidor quer, em ambos os casos:

a) encontrar o que busca rapidamente; b) ser religiosamente bem atendido; c) pagar sem “neuras”, estresse ou burocracia.

PORÉM, o nosso consumidor, possível cliente em potencial on-line é extremamente exigente, muitíssimo bem informado e sabe exatamente o que quer.

Vimos que o objetivo tanto de uma loja virtual quanto uma loja física é a venda de bens ou serviços, mas que o seu objetivo maior é, e sempre será, transformar visitantes em compradores.

Pudemos observar também que como não possuímos em nossa loja virtual um vendedor bem articulado que com sua hábil argumentação nos convença a efetivar a compra, é fundamental que o nosso texto forneça todas as informações e especificações possíveis sobre o produto de forma objetiva, clara e verdadeira para convencer o nosso visitante/consumidor/cliente da conveniência e necessidade da compra. Ou seja, a idéia principal é maximizar o benefício oferecido, por exemplo: o nosso consumidor procura o produto “X”, porém quando ele visualizar o seu objeto de desejo, podemos oferecer a ele o produto “Y” que o atenderá tanto quanto o produto “X” mas com uma relação custo/benefício mais atraente.

Já temos ciência de que compras on-line demandam a aquisição de um novo hábito em nosso consumidor. É necessário criar um ambiente de compras que transmita confiabilidade. Esse ambiente é conseguido através de informações precisas e simples, deixando claro as medidas de segurança que são adotadas pelo site, uma seção de apoio e esclarecimentos de dúvidas, a garantia da devolução do produto e do ressarcimento do pagamento caso haja necessidade, etc. Além disso, lojas virtuais devem oferecer ao consumidor estímulos para que este efetive a compra. Esses estímulos podem ser os mais diversos como por exemplo um desconto especial em sua próxima compra, um outro produto que, efetivada essa compra, saia mais barato do que o normal, um brinde, enfim, tudo que o anime a apertar a tecla “FINALIZAR A COMPRA”. Como vimos, todas as ações devem ser focadas nos clientes – no bem estar do cliente.

Obviamente nada funcionará, por melhor que seja a nossa loja virtual, sem divulgação, que deverá ser feita, principalmente, através dos sites de busca na própria internet e através de e-mail marketing (note, não é SPAM – aqueles e-mails indesejáveis que vez por outra entopem nossa caixa de correio eletrônico – são e-mails permitidos pelo nosso consumidor mediante a prévio cadastro dele em nosso site).

Com o crescimento da internet, ou melhor, do número de usuários que hoje acessam a internet, surgiram novas preocupações e soluções normativas para a criação de sites sejam eles estáticos(sites exclusivamente informativos que não requerem armazenamento de informações em bancos de dados) ou dinâmicos (exatamente o contrário dos sites estáticos) como por exemplo:

a) arquitetura da informação; b) usabilidade; c) acessibilidade

Por fim, falamos sobre logística, ou seja o encaminhamento da mercadoria para o nosso consumidor/cliente final e, quer queiramos ou não, a principal peça do nosso quebra-cabeça chamado e-commerce. Sem uma boa logística provavelmente “daremos com os burros n’água”.

A saber:

Arquitetura de informação, usualmente abreviada para AI (não confundir com Artificial Inteligence em inglês), consiste na estruturação das informações de sistemas computacionais de forma lógica e na criação de soluções quanto à organização visual destas informações. Envolve a organização do fluxo de informação visando torná-la útil e inteligível. Na Web, envolve também a estruturação do fluxo de navegação de uma página. Une três campos vitais, a tecnologia, o design e produção de texto.

Usabilidade é um termo usado para definir a facilidade com que as pessoas podem empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante. A usabilidade pode também se referir aos métodos de mensuração da usabilidade e ao estudo dos princípios por trás da eficiência percebida de um objeto. Na Interação Humano-computador e na Ciência da Computação, usabilidade normalmente se refere à simplicidade e facilidade com que uma interface, um programa de computador ou um website pode ser utilizado. O Termo também é utilizado em contexto de produtos como aparelhos eletrônicos, em áreas da comunicação e produtos de transferência de conhecimento, como manuais, documentos e ajudas online. Também pode se referir a eficiência do design de objetos como uma maçaneta ou um martelo.

Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com deficiências participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população. Na arquitetura e no urbanismo, a acessibilidade tem sido uma preocupação constante nas últimas décadas. Atualmente estão em andamento obras e serviços de adequação do espaço urbano e dos edifícios às necessidades de inclusão de toda população. Em informática, programas que provêm acessibilidade são ferramentas ou conjuntos de ferramentas que permitem que portadores de deficiências (as mais variadas) se utilizem dos recursos que o computador oferece. Essas ferramentas podem constituir leitores de ecrã para deficientes visuais, teclados virtuais para portadores de deficiência motora ou com dificuldades de coordenação motora, e sintetizadores de voz para pessoas com problemas de fala. Na Internet o termo acessibilidade refere-se também a recomendações do W3C, que visam permitir que todos possam ter acesso aos websites, independente de terem alguma deficiência ou não. As recomedações abordam desde o tipo de fonte a ser usado, bem como seu tamanho e cor, de acordo com as necesidades do usuário, até a recomendações relativas ao código (HTML e CSS, por exemplo). O projeto Debian possui uma seção dedicada a software acessível[1].

A Logística é a área da gestão responsável por prover recursos, equipamentos e informações para a execução de todas as atividades de uma empresa. Entre as atividades da logística estão o transporte, movimentação de materiais, armazenamento, processamento de pedidos e gerenciamento de informações. Pela definição do Council of Logistics Management, “Logística é a parte do Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi-acabados e produtos acabados, bem como as informações a eles relativas, desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes“. Em resumo: “Logística é a arte de comprar, receber, armazenar, separar, expedir, transportar e entregar o produto/serviço certo, na hora certa, no lugar certo, ao menor custo possível”

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Enfim, acho que por ser nossa primeira aula de e-commerce ela foi muito esclarecedora, não acham?

Que Deus nos abençoe a todos!

Paz e Bem!

Chiquinho (Prof. Francisco)

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Um comentário em “Falando de E-Commerce

  1. Oi Professor, apesar de não ter comparecido na sua aula hoje, estou dando uma estudada no conteudo que foi passado. Já estava esquecendo adorei sua aula, foi muito interessante tudo que foi nos passado e por ter sido a primeira aula de e – commerce pude absorver muitas coisas.

    Abraços

    Tamires (turma 12 Senac Penha)

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