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Samba do Approach

21 out

Belíssima crítica ao estrangeirismo tão incorporado em nosso dia-a-dia.

Composição: Zeca Baleiro, Cantam Zeca Pagodinho e Baleiro

Venha provar meu brunch (café da manhã reforçado; lanche das 9am)

Saiba que eu tenho approach (aproximação)

Na hora do lunch (almoço)

Eu ando de ferryboat (balsa) …(2x)

Eu tenho savoir-faire (comunicação)

Meu temperamento é light (tranquilo, calmo)

Minha casa é hi-tech (alta tecnologia)

Toda hora rola um insight (estalo, ideia )

Já fui fã do Jethro Tull (cantor)

Hoje me amarro no Slash (guitarrista)

Minha vida agora é cool (calma, legal)

Meu passado é que foi trash (lixo) …

Fica ligado no link (acesso, ligação)

Que eu vou confessar my love ( meu amor)

Depois do décimo drink (bebida)

Só um bom e velho Engov (remédio para ressaca)

Eu tirei o meu green card (autorização estrangeira de livre acesso)

E fui prá Miami Beach (praia de Miami)

Posso não ser pop-star (estrela do pop)

Mas já sou um noveau-riche (emergente, novo rico) …

Eu tenho sex-appeal (atrativo sexual)

Saca só meu background (costas largas (de malhação))

Veloz como Damon Hill (piloto F1)

Tenaz como Fittipaldi (piloto F1 aposentado)

Não dispenso um happy end (final feliz)

Quero jogar no dream team (time dos sonhos americano)

De dia um macho man (muito macho)

E de noite, drag queen (transformista) …

Banner

28 ago

O Banner,  é  a forma de propaganda on-line que mais se aproxima da propaganda tradicional  e ainda é o tipo de promoção que recebe a maior parte dos investimentos das agências  e  anunciantes na Internet. O Banner é uma forma interessante e de fácil operacionalização para a geração de tráfego e divulgação de marca, desde que observada a relação custo/beneficio, ou seja, o retorno em termos de visitas trazidas pelo banner e quantidade de impressões e o investimento realizado para sua publicação.

Como otimizar o uso do banner

  • O Banner é vendido com base na quantidade de exposições da página (page-views). Em tese isso significa a quantidade de  de pessoas que viram o banner com o seu anúncio.  Normalmente, a medida utilizada é o chamado CPM que significa “Custo Por Mil” ou seja, o preço é determinado para cada mil exposições do banner.
  • Embora pareça ilógico,  o CPM  varia conforme o site que está expondo o banner. Isso ocorre principalmente porque o perfil do público de cada site é diferente, e possui graus de segmentação variados.  Quanto mais segmentado for o site, maior a chance de haver mais identificação entre o público alvo e o produto oferecido, conseqüentemente,  maior a expectativa de retorno e maior deveria ser o custo.
  • No Brasil ocorre um fenômeno interessante: os grandes sites e portais, mesmo tendo um público mais diversificado e portanto menos interessante, cobram mais caro pelo CPM.  A partir do momento que houver uma maior distribuição dos investimentos em sites menores, naturalmente haverá uma diminuição nos preços cobrados por banner devido à maior competição pelo anunciante.
  • Outro aspecto com relação aos grandes portais, é que não é possível fazer pequenas quantidades de anúncios para se avaliar o retorno. Os custos mínimos nesses sites giram ao redor de  R$ 2 mil reais, o que os torna inviáveis para a maioria dos pequenos anunciantes.

Forma de mensuração do Banner

A forma tradicional de mensuração é a “taxa de click through” que significa  percentual de pessoas que clicaram no Banner.  Uma taxa média varia ao redor de 1% embora isso dependa muito do banner e do produto anunciado

Acompanhamento do Banner

Normalmente os sites disponibilizam relatórios on-line para os anunciantes. Esses relatórios  mostram ao anunciante, dados de desempenho do banner como: quantidade de impressões,  taxas de “click through”  médias  entre outros.

Objetivos do Banner

Um banner tem basicamente dois grandes objetivos. O primeiro é atrair a atenção do cliente e o segundo, induzir ao clique. Os banners com animação e interativos tem mais chance de atingir esses objetivos.

Mas o clique no banner  é apenas metade do caminho. O site onde o visitante for “catapultado” deverá  ser eficiente para levar o cliente a realizar a ação desejada: fechar  uma compra, preencher um cadastro, assinar uma Newsletter, etc… e isso vai depender de outras variáveis como produto, preço, qualidade do site, entre outros.

Tipos de Banner

- Banner estático

O banner é composto de imagens fixas e foi o primeiro tipo de banner a ser utilizado na Internet. São fáceis de serem criados, mas, com todas as inovações utilizadas parecem envelhecidos, entediantes e ultrapassados. Por isso geram um número inferior de respostas quando comparado aos animados e interativos.

- Banner animado

O banner possue algum tipo de ação, tendo mais quadros (frames) consegue veicular muito mais informação e impacto visual do que um banner estático. Geram um número maior de respostas do que os banners estáticos.

-Banner interativo

O banner envolve o internauta e de alguma forma, faz com que haja interação direta,  Ex.: preencher um formulário, responder a uma pergunta, abrir um menu…

- Anuncios Pop-up

Embora não seja propriamente um banner, os anúncios do tipo pop-up são comuns na Internet. São anúncios que “saltam” na frente do texto, quando da abertura da página, obrigando o internauta a removê-lo para continuar a leitura. São anúncios considerados invasivos e incômodos pela maioria absoluta dos internautas, o que os torna de eficiência duvidosa

Tamanhos oficiais de Banner

banners

Full banner (468 x 60)

Full banner (460 x 55)

Half banner (234 X 60)

Button 1 (120 X 90)

Button 2 (120 X 60)
Micro bar (88 X 31)
Square button (125 X 125)
Vertical banner (120 X 240)

Truques com banners que você não deve utilizar

Algumas das formas utilizadas para potencializar a taxa de click through de um banner são as seguintes:  Formular perguntas, comunicar oferta grátis, uso de lay-out e cores iguais as do navegador, uso de recursos apelativos, como erotismo e até mesmo de conotação sexual.  Isso não é recomendável, na medida em que qualquer artifício que iluda o visitante com relação ao produto, tem efeito negativo em termos de ação desejada, ou seja você traz mais visitantes, mas terá mais dificuldades em transformá-los em clientes.

FONTE: http://www.e-commerce.org.br/banners.php

Sua apresentação NÃO é seu Powerpoint!!

25 jun

  • Quanto mais vejo os prós e contras do Powerpoint, mais os “contras” se destacam.

    O maior pecado do sujeito que usa o Powerpoint é achar que ele (o slide em si) vai fazer a apresentação!!

    Derrube o datashow e o apresentador vai abaixo!!

    Vamos falar neste artigo como depender menos do seu Powerpoint, como explorá-lo adequadamente (leia-se “com inteligência”) e, ainda assim, fazer uma apresentação muito mais vibrante e segura!

    Em primeiro lugar, é importante falar pra você que uma regra básica para o Powerpoint (e na vida) é a seguinte:

    No Powerpoint, Menos é Mais.

    O que isso quer dizer?, estou ouvindo você me perguntar.

    Por muito tempo, considerei o Powerpoint como um auxiliar para a minhas incapacidades.

    Para a minha incapacidade em lembrar tudo o que eu precisava falar, eu socava tudo quanto é texto no coitado do slide.

    As letras ficavam pequenininhas, um monte de “bullets” lotava a tela. Sabe o que é “bullet”?

    É aquela coisa assim:

  • bla bla bla
  • e mais bla bla
  • e finalmente, bla
  • Ok, muita gente usa os bullets (com numeração, bolinha ou outra referência qualquer).

    Já aviso a você que hoje em dia tem uma forte corrente que estuda a comunicação e que é totalmente contra esse negócio de textos com bullets. Dizem que estraga totalmente a mensagem.

    Se você pensar direito, eles têm razão. Muito do que a gente escreve no slide é pra gente mesmo.

    Por isso vale o conselho: menos é mais.

    Que deve ser assim interpretado: verifique o slide com o texto. Tente substitui-lo por apenas uma palavra. Pense bem em qual palavra, Ela deve ser forte e não-técnica.

    Ou uma imagem bem escolhida, ao invés de uma palavra.

    Mas se o slide vai ter pouco material, como você vai se virar na hora do branco?!?!

    Para aquele slide, tenha em mãos um “cue card“, que é como aqueles cartões que os apresentadores de programa de televisão carregam.

    O Gugu carrega. O Faustão idem. A Luciana Gimenez também (êpa!).

    Os cue cards é que têm a missão de carregar o texto da sua apresentação, inclusive o roteiro do andamento. Lembretes de perguntas, piadas e pausas podem ser ali colocados, só pra você!

    O timing da sua apresentação pode estar lá.

    Treine com os cue cards.

    O cue card pode ser seu salva-vidas, sem ser um trambolho entre você e a platéia.

    Seu Powerpoint ficará mais leve, mais intuitivo, menos poluído.

    Você vai ficar mais leve também.

    Procure deixar o cue card “leve” e objetivo, para você não se perder nele.

    Mas não coloque todo o texto nele!!

    Um dos maiores líderes corporativos da atualidade, e um dos maiores speakers, é Steve Jobs, da Apple. Suas palestras são formidáveis e reconhecidas como extremamente eficazes mesmo pelos especialistas em apresentações.

    Ele usa cue cards.

    No lançamento do IPhone, ele tinha dois recursos:

    Em seu púlpito, os itens principais para cada fase da palestra nos cue cards:

    Bom, e como o Steve é “o cara”, ele também tinha mais duas “telinhas” de plasma exclusivas voltadas para ele, de modo que ele podia ler sem desviar os olhos da platéia:

    Certo, não me interprete mal.

    Não pegue os cue cards e comece a recitá-los em frente ao seu público, ou sua equipe, ou seus gerentes/chefes.

    Isso é usar mal o cue card.

    O cue card é um texto com itens para você ser lembrado dos pontos importantes que treinou previamente.

    Veja o contraste entre o certo e o errado: no mesmo lançamento do IPhone, além do Steve Jobs, falaram também o presidente (CEO) do Google , Dr. Eric Shmidt, seguido do co-fundador do Yahoo Jerry Yang e finalmente pelo presidente (CEO) da operadora de celular norte-americana Cingular Stan Sigman.

    Precisa dizer que alguém aí usou cue cards de modo errado?…

    Vou voltar mais ao assunto do “menos é mais” nas Apresentações em futuros artigos.

    Para ler mais a respeito da apresentação do IPhone, não deixe de ler o sempre excelente blog Presentation Zen, do Garr Reynolds. Veja a análise da apresentação aqui no Presentation Zen.

    Para ver a apresentação do Stan Sigman no Youtube, clique aqui . Ele começa a falar em 4:30 min após o início do vídeo.

    E se quiser ver a apresentação inteira do Steve Jobs durante este evento, clique aqui para ver no site da Apple. É uma aula de liderança, de como se comunicar e tudo mais! É meio longo. Se quiser ir direto para a parte em que ele anuncia o IPhone (e o público vai à loucura) veja aqui no Youtube .

    E sim, é tudo em inglês…

    Ok!!! E então? Vamos usar cue cards também??

    Fica a dica pra você!!

    Sucesso e Paz!!

Fonte:www.outrojeito.com.br

Artigo publicado em July 16th, 2007

O que é Twitter? Para que serve o Twitter?

16 mai

Uma das maiores falhas (inclusive minha) em tentar definir o Twitter até o momento baseia-se no fato de que o twitter não tem um uso claro e definido.

Pra começar você entra no site, cria uma conta e diz o que você está fazendo no momento. Pra ficar mais interessante é legal seguir seus amigos (entrando na página deles e clicando em follow).

Continue lendo esse papo super cabeça do Interney.
Ah! Aproveite e siga-nos no Twitter.

See y’a

"Um passarinho me contou…"

30 abr

A febre do Twitter

Diogo Mesquita

Twitter, na tradução livre do inglês para o português, significa pronunciar uma série de pequenos sons, como um pássaro. Atualmente, twitter ganhou um novo significado e virou sinônimo de comunicação. Para quem não conhece, o Twitter é a nova febre da web. Na ferramenta, a informação se espalha de maneira instantânea, é transmitida de usuário para usuário, quase como aquela velha história "um passarinho me contou…".

Leia a matéria na íntegra da Revista Brasileiros

Principais formatos de vídeo digital

25 abr

São Paulo – Crescimentos do compartilhamento de vídeos e sofisticação de celulares contribuem para novos formatos de vídeo. Conheça os principais.
Você faz um vídeo com sua câmera digital e produz um vídeo num formato. O serviço online que você descobriu baixa vídeos do YouTube em outro. Seu celular multimídia filme aquela cena impagável em um terceiro. E, por fim, a transformação de um DVD em arquivo digital cria um quarto.
A variedade de formatos digitais de vídeo disponíveis atualmente foge à padronização. Para ajudar os usuários, o IDG Now! selecionou e explica quais são os principais.

FLV – Se esta seleção fosse feita há dois anos, o padrão FLV definitivamente não estaria na lista. A ascensão meteórica do formato tem relação próxima com a explosão do seu principal propulsor, o site de compartilhamento de vídeos YouTube. Desenvolvido pela Macromedia, o FLV é abreviação de Flash Vídeo, por usar a popular tecnologia da empresa comprada pela Adobe em abril de 2005, o que o torna altamente popular pela facilidade de rodar mesmo em micros limitados.
Como é oferecido em Flash, o FLV não prima pela qualidade (bastante prejudicada pela necessidade do arquivo ser leve), muito menos pelo gerenciamento de arquivos, difícil até mesmo com bons players.

MOV – O QuickTime foi apresentado pela Apple como uma alternativa à plataforma Windows Media, da Microsoft, apostando na variedade de formatos disponíveis para a distribuição de conteúdo. A polivalência do QuickTime aparece tanto no iTunes, que vende músicas e “ripa” CDs no formato AAC Áudio, como na popular reprodução de trailers no site da Apple, feita totalmente em MOV. O formato de vídeo ganhou ainda mais popularidade quando suas especificações foram escolhidas pelo consórcio Moving Picture Experts Group (MPEG) como a nova versão do popular codec MPEG, o MPEG-4.

MPEG – De tão popular que é, você já deve ter visto dezenas de filmes no formato sem atentar – mesmo que você não seja tão fã assim de vídeo online.  O motivo para a popularidade do MPEG é seu pioneirismo: com mais de dez anos de idade, o codec de vídeo foi o primeiro a ser amplamente usado para ser distribuído até mesmo na época em que internet e vídeo não combinavam muito. Conhecido pela sigla do grupo que define suas especificações (Moving Picture Experts Group), o codec é popular também longe da internet: é usado em DVD, sistemas de transmissão de TV digital em alta definição e TV a cabo. Além da qualidade de vídeo, o consórcio apostou na interatividade oferecida pela plataforma QuickTime ao alçá-la a especificação padrão do MPEG-4, além de ter ganho funções de interatividade e melhorias no streaming. Mesmo que seja usado como base para diversos outros formatos, o MPEG também pode ser utilizado para oferecer vídeos em padrão próprio na internet, principalmente em obras de curta duração.

AVI - O AVI é bastante popular entre usuários online, mesmo que alvo de críticas por supostos atrasos tecnológicos. Arquivos em redes P2P, por exemplo, estão, em sua grande maioria, no formato. Rival do QuickTime, o AVI (abreviação de Audio Video Interleave) foi apresentado pela Microsoft na primeira metade da década de 90 como uma alternativa viável de distribuição online de vídeo. A competição posterior com o MOV, da Apple, motivou críticas ao formato, principalmente pela falta de suporte a funções avançadas, como interatividade e maior compressão, que vinham no codec MPEG-4. Sua popularidade online resvala também no aproveitamento do codec DivX que oferece melhor qualidade de reprodução de vídeo com o mesmo tamanho de arquivos MOV, por exemplo.

3GP - Se não conta com um serviço como o YouTube para ser popularizado, o formato 3GP tem como propulsor milhões de gadgets espalhados pelas mãos dos usuários. Motorola, Nokia, BenQ, Samsung, Panasonic e LG estão entre as fabricantes que já equipam seus telefones celulares com o formato, muitas vezes com ferramentas que permitem a publicação online do vídeo. Definido como padrão de vídeo em celulares e smartphones com câmera, o 3GP experimenta uma lenta e crescente popularização enquanto a produção de conteúdo multimídia do usuário aumenta empurrado pela penetração de celulares. Com versões tanto para redes GSM (3GPP) como para CDMA (3GPP2) derivadas do codec (MPEG-4), o 3GP, evidentemente, não tem na qualidade seu formato, muito embora já permita vídeos com resoluções próximas à de fitas VHS.

Fonte: IDG NOW (http://idgnow.uol.com.br/internet/2007/04/…4-13.0813873032)

O Processo Criativo – A Estruturação do Layout

23 abr

A cada novo job que chega, surge uma questão para todo webdesigner, que formas utilizar, que cores escolher, como disponibilizar o conteúdo na página, qual o layout mais apropriado para o job a ser realizado. Todas essas questões são importantíssimas para a concepção de um novo website, que conte com um design agradável, que proporcione ao cliente navegar com mais conforto visual, que possibilite uma boa experiência durante sua navegação, mas que ao mesmo seja de fácil entendimento, que sua acessibilidade traga facilidades ao seu usuário, e que juntando todos esses aspectos induza de forma sutil o seu cliente a razão principal da existência do website, vender o seu produto/idéia/serviço.

Formas

A escolha da formas, assim como todo processo de criação depende muito do briefing, mais precisamente do produto/serviço a ser vendido no website.

Analisaremos noções de comunicação visual através de formas geométricas simples, mas que fazem toda diferença no resultado final do seu trabalho, tais formas tem a capacidade de nos causar sensações, como estabilidade, leveza, dinamismo, movimento. Essas formas quando bem utilizadas aumentam consideravelmente a possibilidade de sucesso do seu website, porém quando não bem utilizada podem representar um fracasso, pois a comunicação realizada na condiz com a sugerida pelo produto ou serviço, causando uma falha.

Formas Estáticas

As formas estáticas estão associadas a produtos estáveis, equilibrados, não dinâmicos, tais formas nos passam sensação de estabilidade, de segurança, muito aconselhada no uso de sites corporativos, pois exigem a imagem de uma empresa estável, segura e precisa passar isso aos seus clientes.

As formas mais estáticas são:

O quadrado ou retângulo – Por ter uma base grande não representa mobilidade num plano fixo, está sempre de pé, sempre equilibrado.

Linha Reta – Por esta sempre numa constante essa forma conota uma estabilidade, uma segurança por não variar.

Triangulo ou Pirâmide – Esta é a forma mais estática possível, é a forma mais equilibrada existente, completamente imóvel não pende para nenhum lado, vale lembrar que sua estabilidade é comprovada em meio físico real, por exemplo, as pirâmides do Egito, que são as únicas maravilhas do mundo antigo que ainda hoje estão de pé.

Formas Dinâmicas

As formas dinâmicas nos trazem a nítida sensação de movimento, de agito, de mobilidade, muito aconselhada para websites de segmentos de lazer, alimentício, turismo.

As formas mais dinâmicas são:

O Circulo – que por sua vez no traz total sensação de mobilidade, o circulo é a forma que possibilita o mundo a se mover, a roda, a hélice, os planetas, as órbitas, e etc.

Linha Curva – Causam sensação de algo que está em constante mudança, mobilidade.

Considerações

A partir dessas simples noções de formas um webdesigner já está apto a desenvolver as formas de um layout obedecendo à idéia central do produto ou serviço que será oferecido no website.

Tom Carvalho

Tom Carvalho Web Designer

Tom Carvalho (www.tomcarvalho.com), iniciou sua carreira como webdesigner em 2001, durante esse período se especializou no desenvolvimento de websites com alto poder de impacto visual, inovou e tornou-se refêrencia ao integrar tecnologias em 3d para ambiente web, conquistou importantes prêmios no canadá e europa de design para web, é colunista e articulista dos principais portais de webdesign do país e é o autor do documentário A História do Flash (http://www.tomcarvalho.com/blog/?p=7)

PROJETO DE MARKETING

18 abr

“Começar um projeto de qualquer tamanho e complexidade sem os recursos produtivos (recursos humanos – capital – material) sem as informações necessárias é correr o risco de falhar”

Um objetivo definido precisa ser elaborado.

Ele declara em termos genéricos o resultado desejado.

Ele define um cronograma do projeto.

Ele descreve os recursos que serão usados, estes recursos devem ser expressos em termos do tempo dos funcionários, materiais, e dos recursos financeiros entre outros fatores.

Ele declara padrões de qualidade aplicáveis:- satisfação do cliente, ausência de impacto negativo em processos etc.

A – Definido o objetivo geral

B – Defina os componentes principais (objetivos principais)

C – Descreva as principais rotinas cada objetivo – tarefa. (Aplicar o questionário com 7 perguntas) (solicitar na ABCD)

D – Desenvolver Previsões (prazo – recursos – RH – $ recursos financeiros – materiais )

Que atividades devem ser realizadas?

O que deve ser finalizados (ou iniciado) antes do inicio do trabalho em cada objetivo principal.

Que outras atividades dependem da conclusão (ou realização parcial) desse grupo de trabalho?

E – Crie um Cronograma do Projeto (duração total e a duração de cada tarefa – objetivo.

A previsão é realista?

As atividades da previsão são realizadas uma de cada vez ou simultânea?

Esta previsão inclui todas as atividades principais que devem ser realizadas?

F – Determine as ações táticas detalhadas. (atividades diárias – semanais – mensais > Plano de Ação).

Mantenha listas de atividades diárias / semanais / que se ajustem a planilha mensal para o plano de ação.

Mantenha todas as atividades e datas de conclusão relacionada no plano de ação geral.

Mantenha lista de atividades individuais de cada colaborador.

Exponha as listas com os nomes e as atividades de cada colaborador.

G – Desenvolva um plano de contingência

O que poderia acontecer de maneira diferente da prevista?

Que efeitos serão causados por essas diferenças?

Como devemos lidar com essas diferenças se elas ocorrerem?

Faça a seguinte pergunta: Se————————– Então ——————

H – Implemente o plano: O que fazer no início

Comunique o plano. Verifique se todos os envolvidos entendem claramente o objetivo geral e as funções de cada um na implementação.

Acompanhe as primeiras atividades de perto.

Peça o retorno dos envolvidos. Há muitas atividades que precisam ser mudadas ou adicionadas.

Comunique suas descobertas iniciais a todos os envolvidos.

: O que fazer durante a tempestade

Tente determinar as causas dos problemas falando com diversas pessoas envolvidas.

Faça ajustes pequenos, mas necessários. Análise maneiras de esclarecer o plano para que os pequenos irritantes não atrapalhem.

Não hesite em implementar o plano de contingência.

Comunique-se! Os planos costumam fracassar devido à falta de comunicação ou mensagens conflitantes.

: O que fazer durante a manutenção e a aprovação

Dê mais espaço a eventos especiais conectados ao plano (ter atividades durante o plano)

Seja um modelo – mantenha sua motivação.

Desenvolva maneiras criativas de manter o plano na mente de todos os envolvidos (memorandos – telefonemas – gráficos etc.)

; Que acompanhamento é necessário

Quanto maior a plana maior complexidade > maior a freqüência de acompanhamento.

Como os outros acham que o acompanhamento deve ser conduzido.

A probabilidade do plano de contingência

I – Como avaliar o plano > responder questionário com 10 perguntas (sim / não) (solicitar na ABCD)

Para melhor exercício do projeto de marketing aplique estas questões:

1- O projeto tem inicio e fim definidos sim——– não ———Por que——?

2- O plano é organizado (tem metodologia) sim—– não——Por que——-?

3- O plano tem recursos próprios sim——– não———- Por que——-?

4- Têm equipe de trabalho sim——- não———–Por que——?

5- Têm metas estabelecidas sim——- não———–Por que——?

EXEMPLO DE OBJETIVO

Objetivo > Aumentar a rapidez na tomada de decisões

Indicador > Reduzir o tempo gasto para respostas

Nota de prioridade >————-9

Desempenho atual >————-4 dias

Meta >———————————1 dia

Marketing Sensorial

18 abr

É a mais nova onda do marketing, chamada de “marketing da experiência sensorial”. A idéia é criar um vínculo emocional entre o produto ou serviço e o cliente. Mas o que é e como aplicar seus conceitos na Web?

Mais uma vez Harvard dá as cartas em termos de novidades mercadológicas. Segundo o livro “Marketing Aesthetics” de Bernd Schmitt e Alex Simonson, da editora Free Press – EUA na primeira onda valorizava-se os atributos, características e qualidades dos produtos; na segunda o que era valorizada era a marca e sua fixação na memória dos clientes; agora na terceira onda, o que se pretende é um marketing sensorial, onde o objetivo é, através da experiência do uso, conquistar a lealdade do consumidor. O que as empresas devem fazer é estabelecer uma comunicação efetiva com seu público alvo, através de campanhas publicitárias que melhor atendam a esse público. O fato de mexer com a sensibilidade faz com que o cliente seja cúmplice do produto e pode se tornar até um defensor de marca, que é aquele que além de comprar somente este produto induz outras pessoas a fazerem o mesmo, chegando até ao extremo para tentar impor suas idéias.

Na Web o que pode ser feito é criar um ambiente agradável e cordial para receber os clientes, mas não deve parar por ai, temos que fazer com que ele se sinta bem atendido em todas suas necessidades. Não se deve esquecer que o visitante tem muito pouco tempo para navegar pelo seu site. Em média sua expectativa é dar três cliques para encontrar o que deseja. É muito comum encontrar sites com falta ou excesso de informações, dados de difícil compreensão e dificuldade para se encontrar onde está determinado assunto. Procure colocar todas as informações o mais claro possível, para que o visitante não perca tempo em encontrar o que procura.

Outra coisa importante é que não é só através de comércio eletrônico que se faz negócios na Internet. Na maioria das vezes disponibilizar uma informação, dica, notícia, etc pode significar muito para o visitante, que talvez tivesse que enfrentar fila ou até mesmo um telefone ocupado para acessar o que procurava. Existem bons exemplos disso na Web, que são realizados por empresas de serviços, desafogando suas linhas telefônicas ou filas em suas dependências. Tudo isso acaba por criar uma relação emocional, fortalecendo cada vez mais a fidelização entre produto ou serviço e consumidor.

Além do atendimento inicial deve se estar preparado para realizar follow-up das solicitações dos clientes. No caso de venda de produto ou serviço, manter o cliente informado de todos os passos que estão sendo dados, como data do envio, prazo de entrega, como fazer em caso de troca, etc. Em qualquer tipo de negócio deve também se responder solicitações de informações e e-mails em um prazo máximo de 24 horas. De preferência deve se responder exatamente o que o cliente deseja saber, e não coisa do tipo “favor entrar em contato com nosso SAC através do telefone tal”.

São as pequenas coisas que farão com que seu cliente tenha o sentimento de que sua empresa tem um excelente atendimento e muito respeito por ele. No mundo competitivo atual não há mais espaço para amadores ou tentativas equivocadas. Muitos empresários reclamam de seus resultados na Web e fora dela, mas na maioria das vezes não se prepararam para o sucesso. Fica aqui uma frase de Albert Einstein para reflexão: “O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”.

OBS: Essa notícia super relevante e atual é de 29 de Maio de 2005.

Fonte: Trentin Internet & Cross Media (notícias)

Terceira Geração

10 abr

Quem gosta de desenhos animados obviamente conhece Os Jetsons. “Essa série introduziu no imaginário da maioria das pessoas, o que seria o futuro da Humanidade: carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado, toda sorte de aparelhos eletro-domésticos e de entretenimento, robôs como criados, etc. De certa forma, esse futuro ideal é satirizado nos desenhos atuais de Futurama” (fonte: Wikipédia).

Em partes, podemos dizer que a ficção está se tornando realidade. Embora não tenhamos ainda notícias de carros voadores, tecnologias como as vistas em “Minority Report” (2002) estão cada vez mais próximas. Confira abaixo o vídeo de lançamento da Claro 3G feito pela AlmapBBDO. A AlmapBBDO assina a comunicação que destaca o serviço de banda larga móvel da operadora.As duas produções da Cine, são embaladas pela música ‘A Kind of Magic’, do Queen. O estratégia engloba também anúncios para mídia impressa, internet, infocomercial e matérias de merchandising.

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