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Projeto – How to…

14 out

How-to (ou howto) é um termo utilizado maioritariamente na área da informática para designar um manual escrito com um objectivo específico em mente. A tradução para português significa "como fazer", ou "como conseguir". Este tipo de manual é geralmente destinado a leitores com poucos conhecimentos técnicos sobre o assunto, e não entra geralmente em grandes detalhes teóricos sobre a abordagem, já que o objectivo é conseguir esse determinado objetivo.

Fonte: Wikipédia

 

6a00e554d810358834010536b7c6a1970c-800wi Elaboração de um projeto

Para elaborar um bom projeto é importante seguir um caminho que já está consagrado pela comunidade
de pesquisadores, que envolve desde a mobilização de uma ideia até a sua formatação final.

O que Vou Pesquisar?

Inicialmente deve-se escolher o tema, para tanto, o pesquisador deverá observar:

1. Afetividade em relação ao tema (gosto pelo assunto a ser tratado)
2. Tempo disponível para a realização do trabalho de pesquisa e entrega do relatório
3. Disponibilidade de orientador para acompanhar a projeto
4. Limite das capacidades do pesquisador em relação ao tema
5. A importância do tema escolhido
6. Material de consulta e dados necessários ao pesquisador

A Definição do Problema

A capacidade de ler a realidade do cotidiano e fazer questionamentos a ela é fundamental para o sucesso de um projeto. Os melhores projetos surgem quando somos capazes de visualizar um problema no cotidiano
e queremos buscar uma solução ou uma resposta. Esse questionamento, criado pelo pesquisador, irá definir ao que a pesquisa se propõe a responder, esclarecer. Pode ser expresso em forma de pergunta ou descrito como afirmação.

Por que Esta Pesquisa é Importante?

A Justificativa

Fazer uma justificativa significa argumentar, esclarecer, fundamentar porque o trabalho é importante, tanto para a uma comunidade específica, quanto para a sociedade, ou até mesmo para um indivíduo. É um convencimento sobre o valor do projeto a ser desenvolvido. É um dos pontos que mais pesa na seleção de trabalhos para concorrer a bolsas ou financiamentos.

Alguns pontos podem ser abordados na justificativa:
qual a importância do tema do ponto de vista geral;
esclarecer de forma mais detalhada o problema que o projeto vai contribuir para resolver;
mostrar possíveis relações do projeto com outros já desenvolvidos na área;
indicar quais os benefícios que poderão ser alcançados com a execução do projeto.

 

Deve-se atentar para o fato de que não deve haver respostas ou conclusões ao problema proposto.

O que pretendo desenvolver?

Os Objetivos

Deve esclarecer o que se pretende atingir com a realização do trabalho de pesquisa, com a implementação do projeto. Pode ser apresentado em Objetivos Gerais e Objetivos Específicos.

Objetivo Geral: Corresponde a finalidade maior que a pesquisa quer atingir. Deve expressar o que se quer alcançar ao final do projeto. (CRUZ; RIBEIRO, 2004)

Objetivos específicos: Corresponde às ações que se propõe a executar dentro de um determinado período de tempo. Apresentam caráter mais concreto. Tem função intermediária e instrumental,
indicando o caminho para se atingir o objetivo geral. (LAKATOS; MARCONI, 1991).

Inicia-se com o verbo no infinitivo. Exemplo: conhecer, identificar, descobrir, caracterizar, descrever, analisar, avaliar, verificar, investigar, etc.

O que Já Sei Sobre o Tema?

A Revisão da Literatura

Toda pesquisa parte de alguns referenciais já conhecidos pela comunidade científica. Nesta etapa é que se define os conceitos utilizados e esclarece quais os autores que fundamentam o trabalho.
Mesmo numa pesquisa de caráter exploratório, é fundamental que se busque em fontes documentais ou bibliográficas (impressas ou digitais) outras pesquisas semelhantes ou complementares já desenvolvidas.

Lembre-se qualquer fonte consultada deve ser anotada detalhadamente para compor as referências ao final do projeto.

Como Vou Fazer Meu Trabalho?

A Metodologia / Plano de Ação

Explicar detalhadamente como o trabalho será desenvolvido, etapa por etapa e quem participará de sua pesquisa . Explicação sobre o tipo de pesquisa, os procedimentos técnicos, as técnicas que serão utilizadas e como os dados serão tabulados e analisados. Informar também sobre
possíveis materiais que serão utilizados e a equipe envolvida.

Quando Desenvolverei Cada Etapa da Pesquisa?

O Cronograma

Detalhamento do tempo a ser destinado a cada etapa da pesquisa. Descrever pontualmente data de início, data de realização de cada fase e data de conclusão/apresentação dos trabalhos.

* Se houver acompanhamento posterior, também deverá estar no cronograma, bem como possíveis avaliações do projeto.

Quanto e Com o que Irei Gastar?

O Orçamento / Recursos

São divididos em:

Materiais

Humanos

Onde pesquisei?

As Referências

Item obrigatório é o que dará validade aos conceitos e teorias utilizadas. Citar qualquer fonte utilizada no desenvolvimento do trabalho: livros, Internet, CDs, filmes, apostilas, arquivos digitais, artigo de jornais ou revistas, entrevistas…

Devem ser elaborados de acordo com as normas da ABNT (vide o excelente material de exemplo disponibilizado pela Universidade Federal de Santa Catarina.

Excerto do texto original: Como Escrever um Projeto de Pesquisa – Uma Abordagem Prática, autores: Sirlei de Fátima Albino e Marouva Fallgatter Faqueti, Biblioteca Setorial do Colégio Agrícola de Camboriú

imagem: http://elsiegilbert.typepad.com/canto_da_escuta/

“Corporativês” – Jargões do mundo empresarial

13 out

Nada mais complicado do que não entender o que se fala… Segue uma pequena ajuda…

bebe_esperto[1] Approach: Abordagem

Benchmarking: Processo sistemático para melhorar processo, comparado com outras empresas.
Brainstorming: Processo de provocar idéias – Tempestade cerebral. A articulação de várias idéias sobre um assunto, sem uma estruturação. O objetivo é apenas ter e registrar essas idéias, como no processo criativo nas agências de propaganda.

Budget: Orçamento

CEO (Chief Executive Officer): Principal executivo da empresa
Coach: Treinador, orientador

Coaching: Sessões de aconselhamento feitas por um consultor de carreira que acompanha e se envolve no desenvolvimento contínuo do profissional. Serve para promover mudanças de comportamento no funcionário, para que ele atinja novos objetivos

Deadline: Data limite. Data, dia ou hora, em que alguma coisa precisa ser dada como terminada ou liquidada

Downsizing: Reduzir, diminuir, cortar

Empowerment: Autonomia e responsabilidade às pessoas na tomada de decisões;

Follow-up: Dar prosseguimento a uma discussão ou debate, retomando temas para atingir soluções. Também pode significar revisão das tarefas que foram geradas após uma reunião ou auditoria, quando os prazos para realização se esgotaram

Full time
Designa que determinada tarefa será realizada por tempo integral

Headhunter: Caçador de talentos
Housekeeping: Manutenção da ordem, limpeza, organização e segurança em uma empresa

Insight: Percepção, estalo

Júnior: 1a. escala de cargo gerencial

Know-how: Conhecimento

Mentoring:profissional mais velho, com experiência e habilidade de relacionamento, que acompanha e passa para o mais novo suas idéias sobre o trabalho e a carreira.

Networking: Rede de relacionamento

Outplacement: Recolocação de ex-funcionários
Outsourcing: Terceirizar

Resiliência: Capacidade de se recobrar facilmente ou se adaptar à má sorte ou às mudanças

Senior: Máximo grau de cargo gerencial
Stakeholders: Alta administração, conselho, parte interessada

Sinergia: Ação positiva e simultânea de um grupo de pessoas na realização de uma atividade

Skill: Habilidade

Top of mind: quando uma empresa é top of mind no seu setor, ela é a primeira que vem à mente do consumidor quando o assunto é esse determinado segmento ou tipo de produto produzido. Para a maioria das pessoas, Coca-Cola é o top of mind no ramo de refrigerantes.

TQC Total Quality Control: – Controle de Qualidade Total. Busca assegurar defeito zero
Turnover: Rotatividade de pessoal

Upgrade: Atualização
Uniqueness: As qualidades que mais se sobressaem, que refletem a missão do profissional
ASAP: As soon as possible – o quanto antes, assim que possível
e-learning: Ensino via computador (intenet ou intranet)
Feedback: Retroação/ Realimentação
Giftwork: Conceito no qual a relação entre empresa e funcionário se caracteriza pela generosidade
On the job: No dia a dia do trabalho. Ex. Treinamentos on the job – utilizar a rotina, dentro das tarefas práticas de um indivíduo.
Rapport : Do Francês – Relação. Relação de mútua confiança e compreensão entre duas ou mais pessoas. A capacidade de provocar reações de outra pessoa. Também chamado de empatia.
Workaholic: Viciado em trabalho
Workshop: Treinamento em grupo de acordo com a técnica dominada pelo instrutor.

Fontes: internet – site de buscas e, óbvio, revista VOCÊ S/A.

Sua apresentação NÃO é seu Powerpoint!!

25 jun

  • Quanto mais vejo os prós e contras do Powerpoint, mais os “contras” se destacam.

    O maior pecado do sujeito que usa o Powerpoint é achar que ele (o slide em si) vai fazer a apresentação!!

    Derrube o datashow e o apresentador vai abaixo!!

    Vamos falar neste artigo como depender menos do seu Powerpoint, como explorá-lo adequadamente (leia-se “com inteligência”) e, ainda assim, fazer uma apresentação muito mais vibrante e segura!

    Em primeiro lugar, é importante falar pra você que uma regra básica para o Powerpoint (e na vida) é a seguinte:

    No Powerpoint, Menos é Mais.

    O que isso quer dizer?, estou ouvindo você me perguntar.

    Por muito tempo, considerei o Powerpoint como um auxiliar para a minhas incapacidades.

    Para a minha incapacidade em lembrar tudo o que eu precisava falar, eu socava tudo quanto é texto no coitado do slide.

    As letras ficavam pequenininhas, um monte de “bullets” lotava a tela. Sabe o que é “bullet”?

    É aquela coisa assim:

  • bla bla bla
  • e mais bla bla
  • e finalmente, bla
  • Ok, muita gente usa os bullets (com numeração, bolinha ou outra referência qualquer).

    Já aviso a você que hoje em dia tem uma forte corrente que estuda a comunicação e que é totalmente contra esse negócio de textos com bullets. Dizem que estraga totalmente a mensagem.

    Se você pensar direito, eles têm razão. Muito do que a gente escreve no slide é pra gente mesmo.

    Por isso vale o conselho: menos é mais.

    Que deve ser assim interpretado: verifique o slide com o texto. Tente substitui-lo por apenas uma palavra. Pense bem em qual palavra, Ela deve ser forte e não-técnica.

    Ou uma imagem bem escolhida, ao invés de uma palavra.

    Mas se o slide vai ter pouco material, como você vai se virar na hora do branco?!?!

    Para aquele slide, tenha em mãos um “cue card“, que é como aqueles cartões que os apresentadores de programa de televisão carregam.

    O Gugu carrega. O Faustão idem. A Luciana Gimenez também (êpa!).

    Os cue cards é que têm a missão de carregar o texto da sua apresentação, inclusive o roteiro do andamento. Lembretes de perguntas, piadas e pausas podem ser ali colocados, só pra você!

    O timing da sua apresentação pode estar lá.

    Treine com os cue cards.

    O cue card pode ser seu salva-vidas, sem ser um trambolho entre você e a platéia.

    Seu Powerpoint ficará mais leve, mais intuitivo, menos poluído.

    Você vai ficar mais leve também.

    Procure deixar o cue card “leve” e objetivo, para você não se perder nele.

    Mas não coloque todo o texto nele!!

    Um dos maiores líderes corporativos da atualidade, e um dos maiores speakers, é Steve Jobs, da Apple. Suas palestras são formidáveis e reconhecidas como extremamente eficazes mesmo pelos especialistas em apresentações.

    Ele usa cue cards.

    No lançamento do IPhone, ele tinha dois recursos:

    Em seu púlpito, os itens principais para cada fase da palestra nos cue cards:

    Bom, e como o Steve é “o cara”, ele também tinha mais duas “telinhas” de plasma exclusivas voltadas para ele, de modo que ele podia ler sem desviar os olhos da platéia:

    Certo, não me interprete mal.

    Não pegue os cue cards e comece a recitá-los em frente ao seu público, ou sua equipe, ou seus gerentes/chefes.

    Isso é usar mal o cue card.

    O cue card é um texto com itens para você ser lembrado dos pontos importantes que treinou previamente.

    Veja o contraste entre o certo e o errado: no mesmo lançamento do IPhone, além do Steve Jobs, falaram também o presidente (CEO) do Google , Dr. Eric Shmidt, seguido do co-fundador do Yahoo Jerry Yang e finalmente pelo presidente (CEO) da operadora de celular norte-americana Cingular Stan Sigman.

    Precisa dizer que alguém aí usou cue cards de modo errado?…

    Vou voltar mais ao assunto do “menos é mais” nas Apresentações em futuros artigos.

    Para ler mais a respeito da apresentação do IPhone, não deixe de ler o sempre excelente blog Presentation Zen, do Garr Reynolds. Veja a análise da apresentação aqui no Presentation Zen.

    Para ver a apresentação do Stan Sigman no Youtube, clique aqui . Ele começa a falar em 4:30 min após o início do vídeo.

    E se quiser ver a apresentação inteira do Steve Jobs durante este evento, clique aqui para ver no site da Apple. É uma aula de liderança, de como se comunicar e tudo mais! É meio longo. Se quiser ir direto para a parte em que ele anuncia o IPhone (e o público vai à loucura) veja aqui no Youtube .

    E sim, é tudo em inglês…

    Ok!!! E então? Vamos usar cue cards também??

    Fica a dica pra você!!

    Sucesso e Paz!!

Fonte:www.outrojeito.com.br

Artigo publicado em July 16th, 2007

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