Arquivos de etiquetas: moral e bons costumes

Injeção de ânimo

17 nov

 

Samba do Approach

21 out

Belíssima crítica ao estrangeirismo tão incorporado em nosso dia-a-dia.

Composição: Zeca Baleiro, Cantam Zeca Pagodinho e Baleiro

Venha provar meu brunch (café da manhã reforçado; lanche das 9am)

Saiba que eu tenho approach (aproximação)

Na hora do lunch (almoço)

Eu ando de ferryboat (balsa) …(2x)

Eu tenho savoir-faire (comunicação)

Meu temperamento é light (tranquilo, calmo)

Minha casa é hi-tech (alta tecnologia)

Toda hora rola um insight (estalo, ideia )

Já fui fã do Jethro Tull (cantor)

Hoje me amarro no Slash (guitarrista)

Minha vida agora é cool (calma, legal)

Meu passado é que foi trash (lixo) …

Fica ligado no link (acesso, ligação)

Que eu vou confessar my love ( meu amor)

Depois do décimo drink (bebida)

Só um bom e velho Engov (remédio para ressaca)

Eu tirei o meu green card (autorização estrangeira de livre acesso)

E fui prá Miami Beach (praia de Miami)

Posso não ser pop-star (estrela do pop)

Mas já sou um noveau-riche (emergente, novo rico) …

Eu tenho sex-appeal (atrativo sexual)

Saca só meu background (costas largas (de malhação))

Veloz como Damon Hill (piloto F1)

Tenaz como Fittipaldi (piloto F1 aposentado)

Não dispenso um happy end (final feliz)

Quero jogar no dream team (time dos sonhos americano)

De dia um macho man (muito macho)

E de noite, drag queen (transformista) …

Sua apresentação NÃO é seu Powerpoint!!

25 jun

  • Quanto mais vejo os prós e contras do Powerpoint, mais os “contras” se destacam.

    O maior pecado do sujeito que usa o Powerpoint é achar que ele (o slide em si) vai fazer a apresentação!!

    Derrube o datashow e o apresentador vai abaixo!!

    Vamos falar neste artigo como depender menos do seu Powerpoint, como explorá-lo adequadamente (leia-se “com inteligência”) e, ainda assim, fazer uma apresentação muito mais vibrante e segura!

    Em primeiro lugar, é importante falar pra você que uma regra básica para o Powerpoint (e na vida) é a seguinte:

    No Powerpoint, Menos é Mais.

    O que isso quer dizer?, estou ouvindo você me perguntar.

    Por muito tempo, considerei o Powerpoint como um auxiliar para a minhas incapacidades.

    Para a minha incapacidade em lembrar tudo o que eu precisava falar, eu socava tudo quanto é texto no coitado do slide.

    As letras ficavam pequenininhas, um monte de “bullets” lotava a tela. Sabe o que é “bullet”?

    É aquela coisa assim:

  • bla bla bla
  • e mais bla bla
  • e finalmente, bla
  • Ok, muita gente usa os bullets (com numeração, bolinha ou outra referência qualquer).

    Já aviso a você que hoje em dia tem uma forte corrente que estuda a comunicação e que é totalmente contra esse negócio de textos com bullets. Dizem que estraga totalmente a mensagem.

    Se você pensar direito, eles têm razão. Muito do que a gente escreve no slide é pra gente mesmo.

    Por isso vale o conselho: menos é mais.

    Que deve ser assim interpretado: verifique o slide com o texto. Tente substitui-lo por apenas uma palavra. Pense bem em qual palavra, Ela deve ser forte e não-técnica.

    Ou uma imagem bem escolhida, ao invés de uma palavra.

    Mas se o slide vai ter pouco material, como você vai se virar na hora do branco?!?!

    Para aquele slide, tenha em mãos um “cue card“, que é como aqueles cartões que os apresentadores de programa de televisão carregam.

    O Gugu carrega. O Faustão idem. A Luciana Gimenez também (êpa!).

    Os cue cards é que têm a missão de carregar o texto da sua apresentação, inclusive o roteiro do andamento. Lembretes de perguntas, piadas e pausas podem ser ali colocados, só pra você!

    O timing da sua apresentação pode estar lá.

    Treine com os cue cards.

    O cue card pode ser seu salva-vidas, sem ser um trambolho entre você e a platéia.

    Seu Powerpoint ficará mais leve, mais intuitivo, menos poluído.

    Você vai ficar mais leve também.

    Procure deixar o cue card “leve” e objetivo, para você não se perder nele.

    Mas não coloque todo o texto nele!!

    Um dos maiores líderes corporativos da atualidade, e um dos maiores speakers, é Steve Jobs, da Apple. Suas palestras são formidáveis e reconhecidas como extremamente eficazes mesmo pelos especialistas em apresentações.

    Ele usa cue cards.

    No lançamento do IPhone, ele tinha dois recursos:

    Em seu púlpito, os itens principais para cada fase da palestra nos cue cards:

    Bom, e como o Steve é “o cara”, ele também tinha mais duas “telinhas” de plasma exclusivas voltadas para ele, de modo que ele podia ler sem desviar os olhos da platéia:

    Certo, não me interprete mal.

    Não pegue os cue cards e comece a recitá-los em frente ao seu público, ou sua equipe, ou seus gerentes/chefes.

    Isso é usar mal o cue card.

    O cue card é um texto com itens para você ser lembrado dos pontos importantes que treinou previamente.

    Veja o contraste entre o certo e o errado: no mesmo lançamento do IPhone, além do Steve Jobs, falaram também o presidente (CEO) do Google , Dr. Eric Shmidt, seguido do co-fundador do Yahoo Jerry Yang e finalmente pelo presidente (CEO) da operadora de celular norte-americana Cingular Stan Sigman.

    Precisa dizer que alguém aí usou cue cards de modo errado?…

    Vou voltar mais ao assunto do “menos é mais” nas Apresentações em futuros artigos.

    Para ler mais a respeito da apresentação do IPhone, não deixe de ler o sempre excelente blog Presentation Zen, do Garr Reynolds. Veja a análise da apresentação aqui no Presentation Zen.

    Para ver a apresentação do Stan Sigman no Youtube, clique aqui . Ele começa a falar em 4:30 min após o início do vídeo.

    E se quiser ver a apresentação inteira do Steve Jobs durante este evento, clique aqui para ver no site da Apple. É uma aula de liderança, de como se comunicar e tudo mais! É meio longo. Se quiser ir direto para a parte em que ele anuncia o IPhone (e o público vai à loucura) veja aqui no Youtube .

    E sim, é tudo em inglês…

    Ok!!! E então? Vamos usar cue cards também??

    Fica a dica pra você!!

    Sucesso e Paz!!

Fonte:www.outrojeito.com.br

Artigo publicado em July 16th, 2007

Só de Sacanagem

17 jan

Meu coração está aos pulos!

Quantas vezes minha esperança será posta à prova?

Por quantas provas terá ela que passar? Tudo isso que está aí no ar, malas, cuecas que voam entupidas de dinheiro, do meu, do nosso dinheiro que reservamos duramente para educar os meninos mais pobres que nós, para cuidar gratuitamente da saúde deles e dos seus pais, esse dinheiro viaja na bagagem da impunidade e eu não posso mais.

Quantas vezes, meu amigo, meu rapaz, minha confiança vai ser posta à prova?

Quantas vezes minha esperança vai esperar no cais?

É certo que tempos difíceis existem para aperfeiçoar o aprendiz, mas não é certo que a mentira dos maus brasileiros venha quebrar no nosso nariz.

Meu coração está no escuro, a luz é simples, regada ao conselho simples de meu pai, minha mãe, minha avó e os justos que os precederam: “Não roubarás”, “Devolva o lápis do coleguinha”, “Esse apontador não é seu, minha filha”. Ao invés disso, tanta coisa nojenta e torpe tenho tido que escutar.

Até habeas corpus preventivo, coisa da qual nunca tinha visto falar e sobre a qual minha pobre lógica ainda insiste: esse é o tipo de benefício que só ao culpado interessará. Pois bem, se mexeram comigo, com a velha e fiel fé do meu povo sofrido, então agora eu vou sacanear: mais honesta ainda vou ficar.

Só de sacanagem! Dirão: “Deixa de ser boba, desde Cabral que aqui todo mundo rouba” e vou dizer: “Não importa, será esse o meu carnaval, vou confiar mais e outra vez. Eu, meu irmão, meu filho e meus amigos, vamos pagar limpo a quem a gente deve e receber limpo do nosso freguês. Com o tempo a gente consegue ser livre, ético e o escambau.”

Dirão: “É inútil, todo o mundo aqui é corrupto, desde o primeiro homem que veio de Portugal”. Eu direi: Não admito, minha esperança é imortal. Eu repito, ouviram? Imortal! Sei que não dá para mudar o começo mas, se a gente quiser, vai dar para mudar o final!

Texto de Elisa Lucinda

Em tempo: “Eu sou brasileiro, com muito orgulho e muito amor”.

Burro na cabeça!

19 set

burro2ml9No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro!
- Responde o aluno.
- Quatro?
- Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
- Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala. – ordena o professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! – Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala.

O aluno era, entretanto, o humorista Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), mais conhecido como o ‘Barão de Itararé’.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins ‘nós temos’. ‘Nós’ temos quatro: dois meus e dois seus. ‘Nós’ é uma expressão usada para o plural.

Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem (ADOREI ESSA!) , se acham no direito de subestimar os outros…

E haja capim!!!

Paz e bem, sempre!

FC

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