Projeto – How to…
14 outHow-to (ou howto) é um termo utilizado maioritariamente na área da informática para designar um manual escrito com um objectivo específico em mente. A tradução para português significa "como fazer", ou "como conseguir". Este tipo de manual é geralmente destinado a leitores com poucos conhecimentos técnicos sobre o assunto, e não entra geralmente em grandes detalhes teóricos sobre a abordagem, já que o objectivo é conseguir esse determinado objetivo.
Fonte: Wikipédia
Elaboração de um projeto
Para elaborar um bom projeto é importante seguir um caminho que já está consagrado pela comunidade
de pesquisadores, que envolve desde a mobilização de uma ideia até a sua formatação final.
O que Vou Pesquisar?
Inicialmente deve-se escolher o tema, para tanto, o pesquisador deverá observar:
1. Afetividade em relação ao tema (gosto pelo assunto a ser tratado)
2. Tempo disponível para a realização do trabalho de pesquisa e entrega do relatório
3. Disponibilidade de orientador para acompanhar a projeto
4. Limite das capacidades do pesquisador em relação ao tema
5. A importância do tema escolhido
6. Material de consulta e dados necessários ao pesquisador
A Definição do Problema
A capacidade de ler a realidade do cotidiano e fazer questionamentos a ela é fundamental para o sucesso de um projeto. Os melhores projetos surgem quando somos capazes de visualizar um problema no cotidiano
e queremos buscar uma solução ou uma resposta. Esse questionamento, criado pelo pesquisador, irá definir ao que a pesquisa se propõe a responder, esclarecer. Pode ser expresso em forma de pergunta ou descrito como afirmação.
Por que Esta Pesquisa é Importante?
A Justificativa
Fazer uma justificativa significa argumentar, esclarecer, fundamentar porque o trabalho é importante, tanto para a uma comunidade específica, quanto para a sociedade, ou até mesmo para um indivíduo. É um convencimento sobre o valor do projeto a ser desenvolvido. É um dos pontos que mais pesa na seleção de trabalhos para concorrer a bolsas ou financiamentos.
Alguns pontos podem ser abordados na justificativa:
qual a importância do tema do ponto de vista geral;
esclarecer de forma mais detalhada o problema que o projeto vai contribuir para resolver;
mostrar possíveis relações do projeto com outros já desenvolvidos na área;
indicar quais os benefícios que poderão ser alcançados com a execução do projeto.
Deve-se atentar para o fato de que não deve haver respostas ou conclusões ao problema proposto.
O que pretendo desenvolver?
Os Objetivos
Deve esclarecer o que se pretende atingir com a realização do trabalho de pesquisa, com a implementação do projeto. Pode ser apresentado em Objetivos Gerais e Objetivos Específicos.
Objetivo Geral: Corresponde a finalidade maior que a pesquisa quer atingir. Deve expressar o que se quer alcançar ao final do projeto. (CRUZ; RIBEIRO, 2004)
Objetivos específicos: Corresponde às ações que se propõe a executar dentro de um determinado período de tempo. Apresentam caráter mais concreto. Tem função intermediária e instrumental,
indicando o caminho para se atingir o objetivo geral. (LAKATOS; MARCONI, 1991).
Inicia-se com o verbo no infinitivo. Exemplo: conhecer, identificar, descobrir, caracterizar, descrever, analisar, avaliar, verificar, investigar, etc.
O que Já Sei Sobre o Tema?
A Revisão da Literatura
Toda pesquisa parte de alguns referenciais já conhecidos pela comunidade científica. Nesta etapa é que se define os conceitos utilizados e esclarece quais os autores que fundamentam o trabalho.
Mesmo numa pesquisa de caráter exploratório, é fundamental que se busque em fontes documentais ou bibliográficas (impressas ou digitais) outras pesquisas semelhantes ou complementares já desenvolvidas.
Lembre-se qualquer fonte consultada deve ser anotada detalhadamente para compor as referências ao final do projeto.
Como Vou Fazer Meu Trabalho?
A Metodologia / Plano de Ação
Explicar detalhadamente como o trabalho será desenvolvido, etapa por etapa e quem participará de sua pesquisa . Explicação sobre o tipo de pesquisa, os procedimentos técnicos, as técnicas que serão utilizadas e como os dados serão tabulados e analisados. Informar também sobre
possíveis materiais que serão utilizados e a equipe envolvida.
Quando Desenvolverei Cada Etapa da Pesquisa?
O Cronograma
Detalhamento do tempo a ser destinado a cada etapa da pesquisa. Descrever pontualmente data de início, data de realização de cada fase e data de conclusão/apresentação dos trabalhos.
* Se houver acompanhamento posterior, também deverá estar no cronograma, bem como possíveis avaliações do projeto.
Quanto e Com o que Irei Gastar?
O Orçamento / Recursos
São divididos em:
Materiais
Humanos
Onde pesquisei?
As Referências
Item obrigatório é o que dará validade aos conceitos e teorias utilizadas. Citar qualquer fonte utilizada no desenvolvimento do trabalho: livros, Internet, CDs, filmes, apostilas, arquivos digitais, artigo de jornais ou revistas, entrevistas…
Devem ser elaborados de acordo com as normas da ABNT (vide o excelente material de exemplo disponibilizado pela Universidade Federal de Santa Catarina.
Excerto do texto original: Como Escrever um Projeto de Pesquisa – Uma Abordagem Prática, autores: Sirlei de Fátima Albino e Marouva Fallgatter Faqueti, Biblioteca Setorial do Colégio Agrícola de Camboriú
Sua apresentação NÃO é seu Powerpoint!!
25 jun
- bla bla bla
- e mais bla bla
- e finalmente, bla
Quanto mais vejo os prós e contras do Powerpoint, mais os “contras” se destacam.
O maior pecado do sujeito que usa o Powerpoint é achar que ele (o slide em si) vai fazer a apresentação!!
Derrube o datashow e o apresentador vai abaixo!!
Vamos falar neste artigo como depender menos do seu Powerpoint, como explorá-lo adequadamente (leia-se “com inteligência”) e, ainda assim, fazer uma apresentação muito mais vibrante e segura!
Em primeiro lugar, é importante falar pra você que uma regra básica para o Powerpoint (e na vida) é a seguinte:
No Powerpoint, Menos é Mais.
O que isso quer dizer?, estou ouvindo você me perguntar.
Por muito tempo, considerei o Powerpoint como um auxiliar para a minhas incapacidades.
Para a minha incapacidade em lembrar tudo o que eu precisava falar, eu socava tudo quanto é texto no coitado do slide.
As letras ficavam pequenininhas, um monte de “bullets” lotava a tela. Sabe o que é “bullet”?
É aquela coisa assim:
Ok, muita gente usa os bullets (com numeração, bolinha ou outra referência qualquer).
Já aviso a você que hoje em dia tem uma forte corrente que estuda a comunicação e que é totalmente contra esse negócio de textos com bullets. Dizem que estraga totalmente a mensagem.
Se você pensar direito, eles têm razão. Muito do que a gente escreve no slide é pra gente mesmo.
Por isso vale o conselho: menos é mais.
Que deve ser assim interpretado: verifique o slide com o texto. Tente substitui-lo por apenas uma palavra. Pense bem em qual palavra, Ela deve ser forte e não-técnica.
Ou uma imagem bem escolhida, ao invés de uma palavra.
Mas se o slide vai ter pouco material, como você vai se virar na hora do branco?!?!
Para aquele slide, tenha em mãos um “cue card“, que é como aqueles cartões que os apresentadores de programa de televisão carregam.
O Gugu carrega. O Faustão idem. A Luciana Gimenez também (êpa!).
Os cue cards é que têm a missão de carregar o texto da sua apresentação, inclusive o roteiro do andamento. Lembretes de perguntas, piadas e pausas podem ser ali colocados, só pra você!
O timing da sua apresentação pode estar lá.
Treine com os cue cards.
O cue card pode ser seu salva-vidas, sem ser um trambolho entre você e a platéia.
Seu Powerpoint ficará mais leve, mais intuitivo, menos poluído.
Você vai ficar mais leve também.
Procure deixar o cue card “leve” e objetivo, para você não se perder nele.
Mas não coloque todo o texto nele!!
Um dos maiores líderes corporativos da atualidade, e um dos maiores speakers, é Steve Jobs, da Apple. Suas palestras são formidáveis e reconhecidas como extremamente eficazes mesmo pelos especialistas em apresentações.
Ele usa cue cards.
No lançamento do IPhone, ele tinha dois recursos:
Em seu púlpito, os itens principais para cada fase da palestra nos cue cards:
Bom, e como o Steve é “o cara”, ele também tinha mais duas “telinhas” de plasma exclusivas voltadas para ele, de modo que ele podia ler sem desviar os olhos da platéia:
Certo, não me interprete mal.
Não pegue os cue cards e comece a recitá-los em frente ao seu público, ou sua equipe, ou seus gerentes/chefes.
Isso é usar mal o cue card.
O cue card é um texto com itens para você ser lembrado dos pontos importantes que treinou previamente.
Veja o contraste entre o certo e o errado: no mesmo lançamento do IPhone, além do Steve Jobs, falaram também o presidente (CEO) do Google , Dr. Eric Shmidt, seguido do co-fundador do Yahoo Jerry Yang e finalmente pelo presidente (CEO) da operadora de celular norte-americana Cingular Stan Sigman.
Precisa dizer que alguém aí usou cue cards de modo errado?…
Vou voltar mais ao assunto do “menos é mais” nas Apresentações em futuros artigos.
Para ler mais a respeito da apresentação do IPhone, não deixe de ler o sempre excelente blog Presentation Zen, do Garr Reynolds. Veja a análise da apresentação aqui no Presentation Zen.
Para ver a apresentação do Stan Sigman no Youtube, clique aqui . Ele começa a falar em 4:30 min após o início do vídeo.
E se quiser ver a apresentação inteira do Steve Jobs durante este evento, clique aqui para ver no site da Apple. É uma aula de liderança, de como se comunicar e tudo mais! É meio longo. Se quiser ir direto para a parte em que ele anuncia o IPhone (e o público vai à loucura) veja aqui no Youtube .
E sim, é tudo em inglês…
Ok!!! E então? Vamos usar cue cards também??
Fica a dica pra você!!
Sucesso e Paz!!
Fonte:www.outrojeito.com.br
Artigo publicado em July 16th, 2007
E-mail Corporativo Use de modo profissional
23 junDicas de conduta: como escrever e manter a comunicação na empresa.
Um dos grandes problemas que há nas empresas é a má utilização do e-mail corporativo. Há casos de profissionais que mantêm conversas com amigos e parentes por meio do e-mail corporativo. Outras vezes há envio de mensagens fora de contexto, ou seja, conteúdos que não contribuem para o crescimento e enriquecimento de informações dos colaboradores. Já outros profissionais não sabem se comunicar, muitas vezes não conseguem escrever um e-mail ou simplesmente dividir as informações na mensagem, de forma que ela fique clara.
Com isso, percebemos dois problemas: o uso inadequado do e-mail corporativo e as falhas de comunicação nas corporações devido às mensagens enviadas que não descrevem a real situação.
Vamos entender como podemos melhorar o uso dessa importante ferramenta de comunicação.
Utilize o e-mail corporativo de forma inteligente
Para os colaboradores que gostam de utilizar o e-mail para enviar mensagens a amigos e parentes, essa é a hora de refletir. Você acredita realmente que o seu e-mail profissional é o espaço ideal para marcar festas, encontros ou agendar um cinema? Ou seria mais interessante utilizá-lo apenas para os assuntos da empresa e para enviar notícias e informações que são relevantes para seus colegas de trabalho, clientes e parceiros?
Existem empresas que acompanham os e-mails dos colaboradores e é possível que em algum momento o profissional seja observado em uma situação na qual está enviando mensagens pessoais em horário comercial. Com certeza isso não é nada interessante para o currículo, para a imagem profissional e para o seu futuro na corporação.
É preciso ter consciência de que o e-mail corporativo deve ser utilizado para informações da empresa e que estamos falando da imagem profissional de um colaborador que é avaliado em todas as suas atitudes. Por isso, tome cuidado e utilize o e-mail de forma inteligente.
Crie e-mails coerentes e descritivos
Desde que trabalho com web, o e-mail sempre foi um meio de comunicação muito utilizado por diversas razões: para formalizar conversas ocorridas com clientes e parceiros, registrar para os interessados a pauta de reuniões, trabalhar informações internas da empresa, entre outras. Por isso é importante conseguir transmitir na mensagem escrita todas as informações possíveis que seriam passadas se você estivesse em uma reunião ou conversando pessoalmente.
Um texto de e-mail deve ser o mais detalhado possível, pois ele é uma ferramenta simples para deixar todos os interessados em um projeto informados. A boa comunicação entre os profissionais melhora os índices de qualidade e diminui o número de erros dos projetos.
Dicas: sobre a distribuição das informações nos e-mails
@ - Escreva parágrafos pequenos, pois assim o destinatário não terá preguiça de ler o seu e-mail. Por mais que ele tenha que ser grande – pode ser a documentação de uma alteração do projeto ou ata de reunião – o simples fato de existirem parágrafos pequenos já facilita a leitura.
@ - Pense que um e-mail deve ter início, meio e fim. Comece a mensagem com um cumprimento, faça os comentários – solicitações, argumentações ou justificativas – em seguida, finalize informando o que se espera com o e-mail e seu objetivo.
@ - Releia a mensagem antes de enviá-la. Se você não utilizar o corretor automático do Outlook (ou do seu e-mail pessoal), então tenha esse cuidado. Muitos erros podem ser evitados com uma segunda leitura. Caso você envie a mensagem e só depois veja o erro, não tenha vergonha de reencaminhar o e-mail, corrigindo-o.
@ - Outro detalhe: no campo assunto do e-mail, descreva realmente do que trata a mensagem. Muitos profissionais acreditam que é apenas um campo a mais que deve ser preenchido e não explicam o que desejam ou simplesmente não colocam nada.
Como responder a um e-mail de solicitações do cliente?
Muitas vezes seu cliente lhe envia um e-mail com uma lista enorme de tarefas para fazer. São correções, alterações, implementações, e você precisa responder ao cliente, dar um “feedback” sobre as atividades que já foram realizadas no projeto e o que ainda está em andamento. Uma maneira simples é criar uma rotina de acompanhamento, ou seja, se agende de forma a passar diariamente ou semanalmente as atividades que foram feitas relativas ao projeto. Nada melhor para manter o cliente informado, é como se fosse uma “newsletter” com informações dos itens que já foram realizados e o prazo para entregar os próximos. Dessa forma ele estará sempre informado e terá o retorno constante da empresa. O problema de comunicação não está apenas nos profissionais web, ele é geral. Portanto, fique atento ao enviar um e-mail para o cliente ou para os profissionais da empresa onde trabalha. Preocupe-se em dividir as idéias em parágrafos e revisar o que você escreveu. Todos conhecem a língua materna, o que precisamos é utilizá-la de maneira correta, principalmente, em ambientes em que a sua linguagem define muito o seu trabalho.
Alessandra Mazzariolli é Webwriter
Fonte: Revista Meio& Mídia
Veja também
Escrever bem – Educação na Comunicação
ID – Homenagem à Turma da Tarde
23 jun
Inclusão Digital
20 junDedicado as turmas do Programa Inclusão Digital do Instituto Eurofarma em parceria com o Senac-SP, Fevereiro a Junho, 2009
Durante certo tempo inclusão digital foi sinônimo de disponibilização de computadores e acesso a Internet – a rede que mantém interligado computadores do mundo todo.
Logo, diga-se de passagem, após exaustivos estudos na área, percebeu-se que embora a disponibilização de computadores e o acesso a rede fossem pontos cruciais para a inclusão digital, era apenas a “ponta do iceberg”.
O avanço célere das novas tecnologias e a popularização dos computadores contribuiu definitivamente para que a internet alcançasse os seus objetivos primórdios, ou seja, a interação homem versus máquina sem fronteiras.
Conversas online, sites de relacionamentos, blogs pessoais, fotologs, vídeos, música, fotos digitais estão presentes em nosso dia-a-dia de forma indelével.
Percebe-se, então, que inclusão digital está intrinsecamente ligada à inclusão social.
Exige-se do “digitalmente incluído” a capacidade de funcionar como agente transformador de sua realidade e da realidade do seu entorno, de sua comunidade. Exige-se que ele aprenda a aprender eternamente.
Para tal, não basta o relacionamento homem versus máquina, é preciso à humanização dessa interatividade. É preciso cidadãos éticos, que tenham postura, que saibam falar comedidamente, que saibam viver e conviver consigo e com os outros, que interajam com máquinas e homens sadiamente, sabiamente.
Exige-se desses jovens recém “digitalmente incluídos” o comprometimento, a responsabilidade, o discernimento e, acima de tudo, a coragem… Coragem para enfrentar as adversidades, coragem para, muitas vezes, remar contra a maré… Coragem para ser exatamente quem são: íntegros, dignos e jovens.
Eu, particularmente, estou muito orgulhoso por cada um de vocês, pelo esforço, pela dedicação, pelo estresse, pelas brigas, pela aceitação…
Vocês chegaram lá! Parabéns! Bem-vindos ao mundo adulto!
Ilustração: http://www.badaueonline.com.br/dados/imagens/digital.jpg
ID – Homenagem à Turma da Manhã
20 jun
O que é Twitter? Para que serve o Twitter?
16 maiUma das maiores falhas (inclusive minha) em tentar definir o Twitter até o momento baseia-se no fato de que o twitter não tem um uso claro e definido.
Pra começar você entra no site, cria uma conta e diz o que você está fazendo no momento. Pra ficar mais interessante é legal seguir seus amigos (entrando na página deles e clicando em follow).
Continue lendo esse papo super cabeça do Interney.
Ah! Aproveite e siga-nos no Twitter.
See y’a
"Um passarinho me contou…"
30 abrA febre do Twitter
Diogo Mesquita
Twitter, na tradução livre do inglês para o português, significa pronunciar uma série de pequenos sons, como um pássaro. Atualmente, twitter ganhou um novo significado e virou sinônimo de comunicação. Para quem não conhece, o Twitter é a nova febre da web. Na ferramenta, a informação se espalha de maneira instantânea, é transmitida de usuário para usuário, quase como aquela velha história "um passarinho me contou…".
Leia a matéria na íntegra da Revista Brasileiros
Cristificando
24 abrFazer o bem sem olhar a quem… Eu diria que é a máxima do ecumenismo. Ser ecumênico é ser cristão no sentido mais literal da palavra. Ser como Cristo o foi: respeitando as diferenças, amando ao próximo como a si mesmo, amando e perdoando os inimigos… Amando… Amor: eis a chave da questão.
Hoje vivenciamos a proliferação de religiões e igrejas que, por muitas vezes, negligenciam o amor. É comum ouvir os membros de uma falando mal da outra ou, na melhor das hipóteses, apregoando ser a sua igreja a melhor e a correta, aquela que levará os verdadeiramente fiéis à salvação… Seria hilário, não fosse triste.
O iluminado Padre Fábio de Melo deu uma lição sobre ecumenismo em seu programa (veja no youtube) e a evangélica Ana Paula Valadão, brilhante vocalista do Ministério Diante do Trono, disse saber que sua resposta não iria agradar a todos quando perguntada sobre uma música sua gravada pelo Padre, não menos iluminado, Marcelo Rossi (de novo, youtube). Eis o ecumenismo na prática.
É engraçado como as pessoas deturpam o que é bom… O que é puro… Vivem rotulando aquilo que não conhecem ou não simpatizam… Particularmente adoro cristais, acho que têm um certo charme… A harmonia representada pelo Feng-shui é nítida… Os livros da Zíbia Gasparetto trazem alento e dão uma nova postura ao indivíduo tão temeroso quanto ao que há após a morte… Francisco Cândido Xavier… Bem, esse dispensa qualquer comentário…
Não importa a religião, importa aquilo em que se acredita… Importa o que é gerado e cresce no amor… Como diria JQuest, “amor maior que eu”…
Religião verdadeira é aquela que quer a evolução do ser humano em todas as instâncias, é aquela que é caridosa, solidária, que busca mais “compreender do que ser compreendido, amar que ser amado” (Oração da Paz, atribuída a São Francisco de Assis, meu Paizinho querido)…
“Imagine all the people living life in peace… You may say “I’m a dreamer, but I’m not the only one… I hope someday you’ll join us, and the world will live as one…”
(Imagine todas as pessoas vivendo a vida em paz… Talvez você diga que eu sou um sonhador, mas eu não sou o único… Espero que você junta-se a nós um dia, e o mundo viverá como um todo único…) – John Lennon, Imagine.
Paz e bem, sempre!
Francisco Costa
Acessibilidade: Ouça o texto aqui



